Apuração
Vereador · 2016 · PL

Marcinho do Bar

Marcio Willis Rodrigues · nasceu em 1971

Marcinho do Bar se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PTB2016PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PTB (2008), PL (2016).

VereadorPartidoPTBPL20082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 45 anos, até o fundamental, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Córrego Novo (MG)
    PL 22555· direita
    suplente69 votos
  2. 2008
    Vereador · Córrego Novo (MG)
    PTB 14123· centro-direita
    suplente98 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Marcinho do Bar declarou R$ 138,9 mil em bens, em reais de hoje: 4,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 138,9 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 85.500 na declaração)

Declarou 4,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.

  • Marcinho do BarR$ 138,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 138,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. Casa de moradaR$ 113,7 mil
    Casa
  2. Dinheiro em especieR$ 13 mil
    Dinheiro em espécie
  3. Fiat palio 2 portas placaR$ 9.748
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. Motocicleta honda CG125 placa hap 9631R$ 2.437
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Marcinho do Bar declarou ao TSE R$ 6,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 5,9 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Córrego Novo (MG) · PL · suplente

De onde veio

R$ 5.886
0% veio de fundos públicos; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.886.
  1. Próprio bolsoR$ 3.67462,4%
  2. PessoasR$ 2.04734,8%
  3. Outros candidatosR$ 1652,8%

Para onde foi

R$ 5.886
O maior gasto foi com pessoal: 65% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.886.
  1. PessoalR$ 3.80264,6%
  2. TransporteR$ 1.15819,7%
  3. ServiçosR$ 64811%
  4. Material impressoR$ 2794,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Córrego Novo (MG), 2016

Mediana da disputa: R$ 77,5 por voto. Quem venceu, Leo Oliveira, gastou R$ 28,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 646; o mais barato, R$ 28,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 12 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.