Apuração
Vereador · 2004 · PV

Zé Luiz Eletricista

José Luiz Moura Stellet · nasceu em 1966

Zé Luiz Eletricista se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPV−0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PV2004PV← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Sempre pelo PV.

Dep. estadualVereadorPartidoPV20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 38 anos, até o fundamental, senador, deputado e vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Vereador · São Fidélis (RJ)
    PV 43606· centro-esquerda
    eleito963 votos
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PV 43606· centro-esquerda· na urna, Ze Luiz Eletricista
    suplente4.376 votos; 303º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Zé Luiz Eletricista teve 4.376 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 303º lugar entre 1.233 candidatos.

Recebeu votos em 46 cidades. São Fidélis deu 74,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,6%.

4.376 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 4.376 votos.
  1. São Fidélis (RJ)3.243 votos74,1%
  2. Campos dos Goytacazes (RJ)387 votos8,8%
  3. Rio de Janeiro (RJ)180 votos4,1%
  4. São Gonçalo (RJ)95 votos2,2%
  5. Nova Friburgo (RJ)81 votos1,9%
  6. Outras 31 cidades149 votos3,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Zé Luiz Eletricista declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 11 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Vereador · São Fidélis (RJ) · PV · eleito

De onde veio

R$ 6.777
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 6.770
O maior gasto foi com transporte: 64% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.770.
  1. TransporteTudo de Posto De Serviços Silva Brito LtdaR$ 4.30163,5%
  2. Material impressoTudo de Maria Lucia Salim CordeiroR$ 1.95528,9%
  3. Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 4897,2%
  4. EscritórioR$ 260,4%

Quanto custou cada voto: vereador, São Fidélis (RJ), 2004

Mediana da disputa: R$ 18,9 por voto. Quem venceu, Dr Fabio, gastou R$ 6,36 por voto. O voto mais caro custou R$ 112; o mais barato, R$ 6,36.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 142 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 410 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.