Apuração
Deputado estadual · 2018 · MDB

Marcão

Marcos Antonio de Magalhaes Goncalves · nasceu em 1962

Marcão se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008MDB2018MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), MDB (2008–2018).

Dep. estadualVereadorPartidoPSDBMDB20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2018: 56 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    MDB 15651· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Vereador · São Fidélis (RJ)
    MDB 15651· centro
    eleito1.208 votos
  3. 2004
    Vereador · São Fidélis (RJ)
    PSDB 45651· centro-direita
    eleito1.157 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Marcão declarou R$ 141,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 25,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 141,7 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 93.120 na declaração)

Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 141,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcão declarou ao TSE R$ 51 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 24 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · MDB · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 6.080
100% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.080.
  1. Fundo partidárioTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Rio De Janeiro - Rj - EstadualR$ 5.75094,6%
  2. Outros candidatosTudo de Eleicao 2018 Eduardo Da Costa Paes GovernadorR$ 3305,4%

Para onde foi

Nada declarado em 2018.

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018

Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, vereador: 56 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 49 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.