Apuração
Vereador · 2012 · PL

Manoel Broa

Manoel Alves Guimarães · nasceu em 1953

Manoel Broa se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,34← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008PTB2012PL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.

Passou por 3 partidos: MDB (2004), PTB (2008), PL (2012).

VereadorPartidoMDBPTBPL20042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.

Declarou ao TSE em 2012: 59 anos, até o fundamental, vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · São Fidélis (RJ)
    PL 22610· direita
    eleito573 votos
  2. 2008
    Vereador · São Fidélis (RJ)
    PTB 14610· centro-direita
    eleito1.169 votos
  3. 2004
    Vereador · São Fidélis (RJ)
    MDB 15610· centro
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Manoel Broa declarou ao TSE R$ 17 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 7,8 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · São Fidélis (RJ) · PL · eleito

De onde veio

R$ 5.816
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 5.816
O maior gasto foi com material impresso: 95% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 5.816. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalR$ 2604,5%
  2. EscritórioR$ 190,3%

Quanto custou cada voto: vereador, São Fidélis (RJ), 2012

Mediana da disputa: R$ 20,8 por voto. Quem venceu, Henrique De Mutango, gastou R$ 6,24 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.180; o mais barato, R$ 6,24.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Marco Aquino PODER$ 249 mil · 211 votosR$ 1.180
  • Ana Corrêa CIDADANIAR$ 57 mil · 274 votosR$ 209
  • Freitas AVANTER$ 19 mil · 95 votosR$ 200
  • Magnólia Faria PTR$ 10 mil · 79 votosR$ 131
  • Dr. Veiga Amaral CIDADANIAR$ 11 mil · 316 votosR$ 35,5
  • Amauri PSCR$ 26 mil · 1.138 votosR$ 22,6
  • Jacozinho MDBR$ 18 mil · 885 votosR$ 20,8
  • Ronaldo Stellet MDBR$ 16 mil · 914 votosR$ 17,7
  • Adeílton MDBR$ 8,8 mil · 538 votosR$ 16,4
  • Rogerinho PLR$ 8,7 mil · 769 votosR$ 11,3
  • Betinho Fratani MDBR$ 10 mil · 988 votosR$ 10,4
  • Henrique De Mutango MDBR$ 9,2 mil · 1.473 votosR$ 6,24

Votos por real

  • 2012, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 325 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.