Zé Ailton
José Ailton Rodrigues de Souza · nasceu em 1963
Zé Ailton se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PV (2004), PDT (2008), PL (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 49 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Zé Ailton declarou R$ 420,7 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 285,9 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2012.
- Zé AiltonR$ 420,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 164,3 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Casa residencial rua geraldo rodrigo de brito 255R$ 153,4 milCasa
- 50% Do prédio comercial localizado na rua warto barbosa de…R$ 109,6 milPrédio comercial
- Lotes de terreno na avenida warto barbosa de moraisR$ 87,7 milTerreno
- Estoque da mercearia nossa senhora aparecidaR$ 30,7 milOutros bens móveis
- Carro uno mille ano 1996R$ 21,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Parte 1/12 da casa residencial na rua rui barbosa 1644R$ 17,5 milCasa
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Zé Ailton declarou ao TSE R$ 80 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 54 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Paranaíba (MS) · PL · suplente
De onde veio
- Outros candidatosR$ 39,5 mil73,7%
- Próprio bolsoR$ 11,5 mil21,5%
- PessoasR$ 2.5994,8%
Para onde foi
- ServiçosR$ 41,1 mil76,6%
- TransporteR$ 10,9 mil20,3%
- Material impressoR$ 8791,6%
- OutrosR$ 4980,9%
- EscritórioR$ 2660,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Paranaíba (MS), 2012
Zé Ailton: R$ 155 por voto (mediana da disputa, R$ 82,8). Quem venceu, Maico Doido, gastou R$ 19,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 256; o mais barato, R$ 19,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Zé Ailton. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tacio PTR$ 29 mil · 114 votosR$ 256
- Antonio Luiz PTR$ 43 mil · 175 votosR$ 245
- Paulo Henrique Ph PDTR$ 191 mil · 871 votosR$ 220
- Zé Ailton PLR$ 54 mil · 345 votosR$ 155
- Julio Do Moto Taxi PSDBR$ 32 mil · 357 votosR$ 89,1
- Baixinho PLR$ 70 mil · 841 votosR$ 82,8
- Jalmir Modesto MDBR$ 65 mil · 836 votosR$ 77,7
- Zé Carioca PSDBR$ 51 mil · 951 votosR$ 53,6
- Marcio Seraguci MDBR$ 41 mil · 778 votosR$ 53,3
- Bodinho CIDADANIAR$ 35 mil · 870 votosR$ 39,7
- Maico Doido PDTR$ 32 mil · 1.664 votosR$ 19,2
Votos por real
- 2012, vereador: 6,4 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 124 votos por R$ 1.000, 7,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.