Bodinho
Paulo Borges Beviláqua da Silva · nasceu em 1968
Bodinho se candidatou em 7 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2012 e 2016.
Passou por 5 partidos: PT (2004), PL (2008), CIDADANIA (2012), PROS (2014–2016), PSDB (2020–2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, ensino médio, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2014Deputado federal · Mato Grosso do SulPROS 9013· direitasuplente1.491 votos; 59º mais votado de 116 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Bodinho teve 1.491 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 59º lugar entre 116 candidatos.
Recebeu votos em 16 cidades. Paranaíba deu 90,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Bodinho declarou R$ 121,3 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 83,1 mil acima da inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2024.
- BodinhoR$ 121,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 155,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 7 campanhas com contas prestadas, Bodinho declarou ao TSE R$ 283 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 165 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Paranaíba (MS) · PSDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 5.56378,3%
- PessoalR$ 1.54421,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Paranaíba (MS), 2024
Mediana da disputa: R$ 77,6 por voto. Quem venceu, Dr Andrew Robalinho, gastou R$ 17,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.930; o mais barato, R$ 17,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Taty Cléia PSDR$ 33 mil · 17 votosR$ 1.930
- Eduardo Borges PTR$ 74 mil · 385 votosR$ 191
- Maria Ângela Pedroso PSDBR$ 16 mil · 113 votosR$ 145
- Marybella Nascimento PLR$ 14 mil · 135 votosR$ 106
- Keyne Queiroz PSDBR$ 22 mil · 273 votosR$ 80,6
- Mauricio Bugrão PLR$ 37 mil · 467 votosR$ 80,1
- Renato Ar Livre PLR$ 32 mil · 417 votosR$ 77,6
- Sindoley Morais UNIÃOR$ 22 mil · 699 votosR$ 31,6
- Débora Queiroz PSDBR$ 22 mil · 753 votosR$ 29,8
- Fabiano Agi PLR$ 21 mil · 722 votosR$ 29,6
- Dollar PSDBR$ 18 mil · 948 votosR$ 19,4
- Dr Andrew Robalinho PSDBR$ 15 mil · 821 votosR$ 17,9
Votos por real
- 2024, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 9 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.