Yoshio
Yoshio Sergio Takaoka · nasceu em 1961
Yoshio se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008 e 2012.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, eleito.
Declarou ao TSE em 2012: 51 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Yoshio declarou R$ 339 mil em bens, em reais de hoje: 10 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 338,7 mil acima da inflação.
Declarou 10 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2012.
- YoshioR$ 339 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 142,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Saldo em dinheiroR$ 219,1 milDinheiro em espécie
- Caminhao m. benz ano 1971R$ 61,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Vw-gol ano 2008R$ 58,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco santanderR$ 425Fundo de Investimento Imobiliário
- Saldo na caixa econimica federalR$ 18Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Yoshio declarou ao TSE R$ 246 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 212 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Marília (SP) · PSB · eleito
De onde veio
- Pessoas21 pessoas, não nomeadasR$ 187,1 mil88,4%
- PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 12,3 mil5,8%
- Próprio bolsoR$ 8.6644,1%
- EmpresasR$ 3.4661,6%
- Outros candidatosR$ 1710,1%
Para onde foi
- Pessoal250 pessoas, não nomeadasR$ 99 mil62,2%
- TransporteR$ 7.5644,8%
- EscritórioR$ 1.5811%
- Rádio, TV e vídeoR$ 8660,5%
- ServiçosR$ 5310,3%
- OutrosR$ 52< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Marília (SP), 2012
Yoshio: R$ 74,9 por voto (mediana da disputa, R$ 79). Quem venceu, Delegado Damasceno, gastou R$ 26,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 270; o mais barato, R$ 26,6.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Yoshio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Domingos Alcalde MOBILIZAR$ 432 mil · 1.596 votosR$ 270
- Gisele Maldonado Azevedo PSDBR$ 96 mil · 553 votosR$ 174
- Zé Menezes PSLR$ 299 mil · 2.192 votosR$ 137
- Pedro Do Gás PSCR$ 90 mil · 818 votosR$ 110
- Herval Seabra PSBR$ 152 mil · 1.393 votosR$ 109
- Coraíni PTBR$ 203 mil · 1.891 votosR$ 107
- José Ursílio PSDBR$ 100 mil · 1.267 votosR$ 79
- Dr. Valdir Marin PPR$ 99 mil · 1.283 votosR$ 77,4
- Yoshio PSBR$ 159 mil · 2.125 votosR$ 74,9
- Samuel Da Farmacia PLR$ 110 mil · 2.135 votosR$ 51,7
- Engenheiro Nardi PLR$ 148 mil · 2.937 votosR$ 50,4
- Delegado Damasceno PSDBR$ 89 mil · 3.365 votosR$ 26,6
Votos por real
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 176 votos por R$ 1.000, 3,1 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.