Pedro do Gás
Pedro Olimpio Caetano · nasceu em 1961
Pedro do Gás se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 2 partidos: PSC (2008–2012), PHS (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 55 anos, superior completo, comerciante, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Pedro do Gás declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 50 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 879,2 mil acima da inflação.
Declarou 50 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- Pedro do GásR$ 1,2 mi
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Pedro do Gás declarou ao TSE R$ 144 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 90 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Marília (SP) · PHS · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 21,2 mil77,2%
- Próprio bolsoR$ 5.10018,6%
- Outros candidatosR$ 9543,5%
- Fundo partidárioR$ 1830,7%
Para onde foi
- PessoalR$ 13,4 mil49,1%
- Material impressoR$ 11,9 mil43,7%
- TransporteR$ 1.5875,8%
- ServiçosR$ 2440,9%
- EscritórioR$ 1490,5%
Quanto custou cada voto: vereador, Marília (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 43,2 por voto. Quem venceu, Danilo Da Saúde, gastou R$ 23,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 139; o mais barato, R$ 23,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Roseli Menezes PSLR$ 193 mil · 1.392 votosR$ 139
- Samuel Da Farmácia PLR$ 132 mil · 1.477 votosR$ 89,4
- Bassiga (Goda) PHSR$ 50 mil · 929 votosR$ 54,3
- Professor Coraíni PTBR$ 140 mil · 2.632 votosR$ 53
- Engenheiro Nardi PLR$ 121 mil · 2.506 votosR$ 48,2
- Eduardo Nascimento PTBR$ 66 mil · 1.375 votosR$ 47,9
- Marcos Rezende PSDR$ 84 mil · 1.951 votosR$ 43,2
- Teo Maradona PODER$ 50 mil · 1.424 votosR$ 34,8
- José Ursílio MDBR$ 41 mil · 1.294 votosR$ 31,7
- Junior Moraes DEMR$ 44 mil · 1.737 votosR$ 25,3
- Marcos Custódio PSCR$ 46 mil · 1.889 votosR$ 24,6
- Danilo Da Saúde PSBR$ 92 mil · 3.831 votosR$ 23,9
Votos por real
- 2016, vereador: 32 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 9,1 votos por R$ 1.000, 28% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.