Waltinho Paixão
Walter de Almeida Paixão · nasceu em 1952
Waltinho Paixão se candidatou em 8 eleições, de 2002 a 2018, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 7 partidos: PP (2002–2004), PHS (2006), MDB (2010), PSC (2012), PRP (2014), PROS (2016), PATRIOTA (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 66 anos, ensino médio, contador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroPATRIOTA 51444· direitasuplente6.919 votos; 223º mais votado de 2.242 no estado
- 2016Vice-prefeito · Mesquita (RJ)PROS 45· direitaNa chapa de Jorge Mirandachapa eleita46.322 votos da chapa, 49,9%
- 2014Deputado estadual · Rio de JaneiroPRP 44644· direitanão eleito5.815 votos; 226º mais votado de 1.846 no estado
- 2012Vice-prefeito · Mesquita (RJ)PSC 20· direitaNa chapa de Gelsinho Guerreirochapa eleita41.608 votos da chapa, 42,5%
- 2010
- 2006Deputado estadual · Rio de JaneiroPHS 31444· centro-direitasuplente13.696 votos; 147º mais votado de 1.377 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPP 11444· direitasuplente25.145 votos; 96º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Waltinho Paixão teve 6.919 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 223º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 40 cidades. Mesquita deu 74,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Waltinho Paixão declarou R$ 502,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 68,6 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- #Nulo#R$ 136,4 milCaderneta de poupança
- #Nulo#R$ 105 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- #Nulo#R$ 79 milConta corrente no país
- #Nulo#R$ 77,7 milRenda fixa (CDB, RDB e outros)
- #Nulo#R$ 73,8 milApartamento
- #Nulo#R$ 30,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Waltinho Paixão declarou ao TSE R$ 1,1 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 302 mil.
Campanha a campanha
2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PATRIOTA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 26,6 mil22,2%
- Fundo eleitoralTudo de Patriota (Patri)R$ 15,1 mil12,6%
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 7.5406,3%
Para onde foi
- Pessoal23 pessoas, não nomeadasR$ 20,1 mil29,3%
- Escritório2 pessoas, não nomeadasR$ 15,4 mil22,3%
- ServiçosR$ 3.0164,4%
- TransporteR$ 2.7904,1%
- InternetR$ 1.4332,1%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018
Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nea Mariozz PPR$ 1,3 milhão · 6.311 votosR$ 212
- Nestor Vidal PDTR$ 677 mil · 5.729 votosR$ 118
- Rafael Do Gordo DCR$ 1,1 milhão · 11.106 votosR$ 96,5
- Marcelo Matos PSDR$ 779 mil · 9.283 votosR$ 83,9
- Marcia Jeovani DEMR$ 1,5 milhão · 19.062 votosR$ 77,9
- Paula Tringuelê SOLIDARIEDADER$ 1,4 milhão · 20.569 votosR$ 66,5
- Alzenir PTBR$ 826 mil · 15.320 votosR$ 53,9
- Celia Jordão PRPR$ 1 milhão · 20.302 votosR$ 50,6
- Marcus Vinícius - Neskau PTBR$ 1,4 milhão · 30.454 votosR$ 47
- Anderson Alexandre SOLIDARIEDADER$ 1,1 milhão · 25.384 votosR$ 43,5
- Marcelo Queiroz PPR$ 1,1 milhão · 27.842 votosR$ 39,3
- Chico Machado PSDR$ 1,2 milhão · 30.067 votosR$ 38,4
- Renan Ferreirinha PSBR$ 905 mil · 24.854 votosR$ 36,4
- Capitão Nelson AVANTER$ 881 mil · 24.204 votosR$ 36,4
- Carlo Caiado DEMR$ 1,2 milhão · 32.435 votosR$ 35,7
- Fabio Silva DEMR$ 987 mil · 36.820 votosR$ 26,8
- Pedro Brazao PLR$ 678 mil · 26.846 votosR$ 25,3
- Franciane Motta MDBR$ 1 milhão · 45.123 votosR$ 22,6
- Jorge Felippe Neto PSDR$ 954 mil · 43.099 votosR$ 22,1
- Sergio Fernandes PDTR$ 734 mil · 33.302 votosR$ 22
- Tia Ju REPUBLICANOSR$ 1 milhão · 56.766 votosR$ 17,9
- Gustavo Tutuca MDBR$ 859 mil · 49.952 votosR$ 17,2
- Zeidan PTR$ 832 mil · 48.807 votosR$ 17
- Max MDBR$ 1 milhão · 59.672 votosR$ 17
- Dionisio Lins PPR$ 660 mil · 40.910 votosR$ 16,1
- Thiago Pampolha PDTR$ 733 mil · 46.137 votosR$ 15,9
- André Corrêa DEMR$ 1 milhão · 66.881 votosR$ 15,6
- Lucinha PSDBR$ 1 milhão · 65.735 votosR$ 15,5
- Rosenverg Reis MDBR$ 678 mil · 63.450 votosR$ 10,7
- Samuel Malafaia DEMR$ 738 mil · 83.784 votosR$ 8,81
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 101 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 22 votos por R$ 1.000, 39% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 65 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 121 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.