Apuração
Deputado estadual · 2018 · SOLIDARIEDADE

Anderson Alexandre

Wanderson Gimenes Alexandre · nasceu em 1973

Anderson Alexandre se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em 4. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoSOLIDARIEDADE+0,17← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PT2012REPUBLICANOS2016MDB2018SOLIDARIEDADE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2018.

Passou por 4 partidos: PT (2004–2008), REPUBLICANOS (2012), MDB (2016), SOLIDARIEDADE (2018).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPTREPUBLICANOSMDBSOLIDARIEDADE20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, eleito.

Declarou ao TSE em 2018: 45 anos, ensino médio, empresário, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    SOLIDARIEDADE 77888· centro-direita
    eleito25.384 votos; 64º mais votado de 2.242 no estado
  2. 2016
    Prefeito · Silva Jardim (RJ)
    MDB 15· centro-direita
    eleito7.470 votos, 51,3%
  3. 2012
    Prefeito · Silva Jardim (RJ)
    REPUBLICANOS 10· direita
    eleito6.732 votos, 52,0%
  4. 2008
    Vereador · Silva Jardim (RJ)
    PT 13333· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  5. 2004
    Vereador · Silva Jardim (RJ)
    PT 13123· centro-esquerda· na urna, Anderson da Farmácia
    eleito540 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Anderson Alexandre teve 25.384 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 64º lugar entre 2.242 candidatos.

Recebeu votos em 84 cidades. Rio Bonito deu 20,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 79,9%.

25.384 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 25.384 votos.
  1. Rio Bonito (RJ)5.184 votos20,4%
  2. Silva Jardim (RJ)3.191 votos12,6%
  3. Itaboraí (RJ)2.084 votos8,2%
  4. Araruama (RJ)1.787 votos7%
  5. Duque de Caxias (RJ)1.449 votos5,7%
  6. Outras 69 cidades5.112 votos20,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Anderson Alexandre declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total subiu R$ 734,7 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,6 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 1.072.696 na declaração)

Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,6 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 871,4 mil
    Dinheiro em espécie
  2. #Nulo#R$ 228,3 mil
    Casa
  3. #Nulo#R$ 189,6 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. #Nulo#R$ 171,2 mil
    Terreno
  5. #Nulo#R$ 121,8 mil
    Terreno
  6. #Nulo#R$ 43,3 mil
    Conta corrente no país
  7. #Nulo#R$ 3.805
    Terreno
  8. #Nulo#R$ 3.281
    Outras aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Anderson Alexandre declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado estadual: R$ 1,2 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · SOLIDARIEDADE · eleito

De onde veio

R$ 1,2 mi
0% veio de fundos públicos; 85 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi.
  1. Próprio bolsoR$ 594,4 mil50,7%
  2. Pessoas85 pessoas, não nomeadasR$ 490,2 mil41,8%
  3. VaquinhaR$ 48,9 mil4,2%
  4. Outros candidatosR$ 38 mil3,2%
  5. OutrosR$ 1.6040,1%

Para onde foi

R$ 1,1 mi
O maior gasto foi com pessoal: 68% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 1,1 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal994 pessoas, não nomeadasR$ 746,6 mil67,7%
  2. TransporteR$ 48,3 mil4,4%
  3. OutrosR$ 37,7 mil3,4%
  4. EscritórioR$ 20,3 mil1,8%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 8.4440,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018

Anderson Alexandre: R$ 43,5 por voto (mediana da disputa, R$ 26,8). Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Anderson Alexandre. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 23 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 24 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 16 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.