Marcelo Matos
Marcelo Viviani Gonçalves · nasceu em 1968
Marcelo Matos se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2018, e foi eleito em 2.
Centro, nas duas medidas
As medidas concordam: ele fica entre +0,06 e +0,07 numa escala de −1 (esquerda) a +1 (direita).
Votou como o governo orientou em 85% das votações, e com a maioria do próprio partido em 94%; apoio ao governo é medido à parte e não muda a posição.
Pelo voto em cada legislatura e pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2010 e 2014.
Passou por 2 partidos: PDT (2010–2014), PSD (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 50 anos, ensino médio, deputado, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · Rio de JaneiroPSD 55200· direitasuplente9.283 votos; 178º mais votado de 2.242 no estado
- 2014Deputado federal · Rio de JaneiroPDT 1200· centro-esquerdaeleito47.370 votos; 38º mais votado de 953 no estado
- 2010Deputado federal · Rio de JaneiroPDT 1200· centro-esquerdaeleito80.862 votos; 23º mais votado de 751 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Marcelo Matos teve 9.283 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 178º lugar entre 2.242 candidatos.
Recebeu votos em 79 cidades. Rio de Janeiro deu 30,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 80,1%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Marcelo Matos declarou R$ 1,9 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2018, o total subiu R$ 1,7 mi acima da inflação.
Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.
Os 9 itens declarados em 2018, do maior ao menor
- Apto 305, BL03 da r. MAPENDI,144, na freg. de jpa/rj…R$ 891,5 milApartamento
- DisponibilidadesR$ 641,7 milDinheiro em espécie
- Brasil prev VGBLR$ 108,3 milOutros fundos
- Um Automovel MMC OUTLANDER 3.0 GT ANO 2014/2015R$ 68,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Ourocap torcida pmR$ 57,9 milOutras aplicações
- Lt de terr.n. 12 da gleba eR$ 30,4 milTerreno rural
- Lt de terr.n. 13 da gleba eR$ 30,4 milTerreno rural
- Cotas de capital da firma denominada pm industria e…R$ 22,8 milQuotas ou quinhões de capital
- Um lancha hp 140 marca suzukiR$ 7.610Embarcação
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Marcelo Matos declarou ao TSE R$ 2,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 1,3 milhão.
Campanha a campanha
2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PSD · suplente
De onde veio
Para onde foi
- EscritórioR$ 1.9810,3%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018
Marcelo Matos: R$ 83,9 por voto (mediana da disputa, R$ 26,8). Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcelo Matos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Nea Mariozz PPR$ 1,3 milhão · 6.311 votosR$ 212
- Nestor Vidal PDTR$ 677 mil · 5.729 votosR$ 118
- Rafael Do Gordo DCR$ 1,1 milhão · 11.106 votosR$ 96,5
- Marcelo Matos PSDR$ 779 mil · 9.283 votosR$ 83,9
- Marcia Jeovani DEMR$ 1,5 milhão · 19.062 votosR$ 77,9
- Paula Tringuelê SOLIDARIEDADER$ 1,4 milhão · 20.569 votosR$ 66,5
- Alzenir PTBR$ 826 mil · 15.320 votosR$ 53,9
- Celia Jordão PRPR$ 1 milhão · 20.302 votosR$ 50,6
- Marcus Vinícius - Neskau PTBR$ 1,4 milhão · 30.454 votosR$ 47
- Anderson Alexandre SOLIDARIEDADER$ 1,1 milhão · 25.384 votosR$ 43,5
- Marcelo Queiroz PPR$ 1,1 milhão · 27.842 votosR$ 39,3
- Chico Machado PSDR$ 1,2 milhão · 30.067 votosR$ 38,4
- Renan Ferreirinha PSBR$ 905 mil · 24.854 votosR$ 36,4
- Capitão Nelson AVANTER$ 881 mil · 24.204 votosR$ 36,4
- Carlo Caiado DEMR$ 1,2 milhão · 32.435 votosR$ 35,7
- Fabio Silva DEMR$ 987 mil · 36.820 votosR$ 26,8
- Pedro Brazao PLR$ 678 mil · 26.846 votosR$ 25,3
- Franciane Motta MDBR$ 1 milhão · 45.123 votosR$ 22,6
- Jorge Felippe Neto PSDR$ 954 mil · 43.099 votosR$ 22,1
- Sergio Fernandes PDTR$ 734 mil · 33.302 votosR$ 22
- Tia Ju REPUBLICANOSR$ 1 milhão · 56.766 votosR$ 17,9
- Gustavo Tutuca MDBR$ 859 mil · 49.952 votosR$ 17,2
- Zeidan PTR$ 832 mil · 48.807 votosR$ 17
- Max MDBR$ 1 milhão · 59.672 votosR$ 17
- Dionisio Lins PPR$ 660 mil · 40.910 votosR$ 16,1
- Thiago Pampolha PDTR$ 733 mil · 46.137 votosR$ 15,9
- André Corrêa DEMR$ 1 milhão · 66.881 votosR$ 15,6
- Lucinha PSDBR$ 1 milhão · 65.735 votosR$ 15,5
- Rosenverg Reis MDBR$ 678 mil · 63.450 votosR$ 10,7
- Samuel Malafaia DEMR$ 738 mil · 83.784 votosR$ 8,81
Votos por real
- 2018, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 14% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 30 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 135 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.