Venicius
Venicius Ramao Martins Domingues · nasceu em 1982
Venicius se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: PT (2008–2012), PDT (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Venicius declarou R$ 150,1 mil em bens, em reais de hoje: 3,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 109,7 mil acima da inflação.
Em 2016, não declarou nenhum bem.
Declarou 3,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2012.
- VeniciusR$ 150,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 39,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 164,3 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 4 itens declarados em 2012, do maior ao menor
- Uma casa de alvenariaR$ 65,7 milCasa
- Uma casa de alvenariaR$ 54,8 milCasa
- Um automóvel fiatR$ 19,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma moto honda 150R$ 9.861Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Venicius declarou ao TSE R$ 57 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Angélica (MS) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 2.91554,7%
- Próprio bolsoR$ 2.41345,3%
Para onde foi
- TransporteR$ 3.40063,8%
- EscritórioR$ 96718,1%
- PessoalR$ 73313,8%
- Material impressoR$ 2274,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Angélica (MS), 2016
Mediana da disputa: R$ 57,5 por voto. Quem venceu, Zé Bonin, gastou R$ 30,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 228; o mais barato, R$ 30,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ciscao PSDBR$ 8,2 mil · 36 votosR$ 228
- Adriana Nascimento PTR$ 8,7 mil · 86 votosR$ 101
- Ana Barbosa MDBR$ 30 mil · 302 votosR$ 98,2
- Boquinha PDTR$ 18 mil · 284 votosR$ 64,6
- Marildo PSDBR$ 13 mil · 210 votosR$ 61,1
- Dello PTR$ 8,8 mil · 152 votosR$ 57,7
- Luciano Bragança MDBR$ 12 mil · 216 votosR$ 57,5
- Almir Fagundes DEMR$ 18 mil · 327 votosR$ 55,5
- Gorgatto PSDBR$ 13 mil · 269 votosR$ 48,9
- Ivo Do Ipezal DEMR$ 19 mil · 395 votosR$ 48,9
- Adaozinho MDBR$ 16 mil · 372 votosR$ 44
- Zé Bonin PLR$ 9,8 mil · 326 votosR$ 30,2
Votos por real
- 2016, vereador: 31 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 9,5 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 6,7 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.