Dello
Adailton Joaquim de Lima · nasceu em 1967
Dello se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PT (2004–2016), MDB (2020), PSOL (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 56 anos, superior completo, aposentado (exceto servidor público), cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Dello declarou R$ 384,7 mil em bens, em reais de hoje: 14 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2016 e 2020.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Declarou 14 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2020.
- DelloR$ 384,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 27,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 129,3 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Imovel urbanoR$ 176,7 milTerreno
- Veiculo hyundai creta ano 2018R$ 78,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Imovel urbanoR$ 44,4 milTerreno
- Consorcio BBR$ 32,5 milConsórcio não contemplado
- Imovel urbanoR$ 27,5 milTerreno
- Uno mile ANO1996 placa CDA2789R$ 13,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Imovel urbano zona industrialR$ 7.866Terreno
- Imovel urbanoR$ 3.590Terreno
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Dello declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 8,8 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Angélica (MS) · PSOL · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 3.82871,4%
- ServiçosR$ 90816,9%
- Material impressoR$ 62611,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Angélica (MS), 2024
Mediana da disputa: R$ 35,7 por voto. Quem venceu, Ivo Do Ipezal, gastou R$ 20,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 164; o mais barato, R$ 17,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fernando Doze PRDR$ 16 mil · 100 votosR$ 164
- Alex Rodinha PSDBR$ 26 mil · 273 votosR$ 97
- Monica Do Zecão PSDBR$ 5,5 mil · 67 votosR$ 81,6
- Renato Taveira PSDBR$ 17 mil · 229 votosR$ 76,4
- Marli Do Maurão PSDBR$ 5,5 mil · 102 votosR$ 53,6
- Janaina Conconi PSOLR$ 6,2 mil · 116 votosR$ 53,6
- Ana Barbosa PPR$ 8,7 mil · 245 votosR$ 35,7
- Adriano Miltur PPR$ 5,5 mil · 181 votosR$ 30,2
- Marlene Diniz PSDBR$ 7,7 mil · 296 votosR$ 25,9
- Almir Fagundes PSDBR$ 5,5 mil · 231 votosR$ 23,7
- Ivo Do Ipezal PPR$ 8,7 mil · 436 votosR$ 20,1
- Alessandra Terenciani PSOLR$ 6,2 mil · 353 votosR$ 17,5
Votos por real
- 2024, vereador: 5,8 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 91% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 20 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.