Apuração
Vereador · 2020 · MDB

Adaozinho

Adao Correia Goncalves · nasceu em 1970

Adaozinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em 2. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,18← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008CIDADANIA2012PDT2016MDB2020MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.

Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2008), PDT (2012), MDB (2016–2020).

VereadorPartidoCIDADANIAPDTMDB2008201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vereador · Angélica (MS)
    MDB 15150· centro-direita
    eleito209 votos
  2. 2016
    Vereador · Angélica (MS)
    MDB 15150· centro-direita
    eleito372 votos
  3. 2012
    Vereador · Angélica (MS)
    PDT 12000· centro-esquerda· na urna, Adãozinho
    suplente244 votos
  4. 2008
    Vereador · Angélica (MS)
    CIDADANIA 23234· centro· na urna, Adão Gonçalves
    candidatura não chegou à urna

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Adaozinho declarou R$ 87 mil em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso do Sul. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 80,2 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 87 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 53.560 na declaração)

Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso do Sul em 2016.

  • AdaozinhoR$ 87 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 32,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 158,1 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 87 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Adaozinho declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 16 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Vereador · Angélica (MS) · MDB · eleito

De onde veio

R$ 7.175
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 7.175
O maior gasto foi com material impresso: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.175. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal4 pessoas, não nomeadasR$ 1.69823,7%

Quanto custou cada voto: vereador, Angélica (MS), 2020

Adaozinho: R$ 34,3 por voto (mediana da disputa, R$ 29,5). Quem venceu, Alex Rodinha, gastou R$ 9,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 261; o mais barato, R$ 9,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Adaozinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Sandra Da Saúde PSDBR$ 8,3 mil · 32 votosR$ 261
  • Vitão DEMR$ 3,5 mil · 35 votosR$ 101
  • João Da Ambulância PSDBR$ 5,1 mil · 104 votosR$ 49
  • Dello MDBR$ 5,7 mil · 151 votosR$ 37,5
  • Prof. Milton Damaceno MDBR$ 9,7 mil · 280 votosR$ 34,5
  • Adaozinho MDBR$ 7,2 mil · 209 votosR$ 34,3
  • Marildo Dezotti MDBR$ 4,9 mil · 166 votosR$ 29,5
  • Adriano Lissoni PTBR$ 3,2 mil · 142 votosR$ 22,4
  • Arlan Cassuci PDTR$ 4,6 mil · 224 votosR$ 20,5
  • Almir Fagundes DEMR$ 3,4 mil · 226 votosR$ 15,2
  • Boquinha PSDBR$ 5,5 mil · 404 votosR$ 13,7
  • Alex Rodinha PSDBR$ 3,5 mil · 390 votosR$ 9,07

Votos por real

  • 2020, vereador: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.