Vania Brizola
Vania Maria Barros dos Santos Iggnacio · nasceu em 1952
Vania Brizola se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleita em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2012.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2016, não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 64 anos, ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2016. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputada estadual · Rio de JaneiroPDT 12345· centro-esquerdasuplente7.202 votos; 196º mais votada de 1.846 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Vania Brizola teve 7.202 votos para deputada estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 196º lugar entre 1.846 candidatos.
Recebeu votos em 92 cidades. Rio de Janeiro deu 39,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 78,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Vania Brizola declarou R$ 37,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2014 e 2016, o total caiu R$ 7.233, já descontada a inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Vania Brizola declarou ao TSE R$ 193 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputada estadual: R$ 131 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereadora · Miguel Pereira (RJ) · PDT · não eleita
De onde veio
- PartidoR$ 22,9 mil87,1%
- Próprio bolsoR$ 3.23812,3%
- Outros candidatosR$ 1700,6%
Para onde foi
- PessoalR$ 15 mil57%
- Material impressoR$ 8.29831,5%
- TransporteR$ 3.02611,5%
Quanto custou cada voto: vereadora, Miguel Pereira (RJ), 2016
Vania Brizola: R$ 158 por voto (mediana da disputa, R$ 34,3). Quem venceu, Cleber Do Taxi, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 158; o mais barato, R$ 11,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Vania Brizola. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vania Brizola PDTR$ 26 mil · 167 votosR$ 158
- Cavalcanti CIDADANIAR$ 6 mil · 46 votosR$ 131
- Giovanni Chiarelli DEMR$ 6,9 mil · 72 votosR$ 96,1
- Dejair Lopes Rêgo PPR$ 9,7 mil · 148 votosR$ 65,4
- Vitorino Vitinho DCR$ 5,4 mil · 90 votosR$ 60,1
- Raul Araújo PDTR$ 9 mil · 169 votosR$ 53,2
- Marcos Magalhães MDBR$ 9,9 mil · 289 votosR$ 34,3
- Mauricio Dentista PPR$ 9,2 mil · 281 votosR$ 32,6
- Wania De Conrado PHSR$ 8,1 mil · 380 votosR$ 21,4
- Bolivar PLR$ 6,2 mil · 318 votosR$ 19,4
- Albino Portella PPR$ 9,1 mil · 522 votosR$ 17,4
- Cleber Do Taxi PHSR$ 8,5 mil · 713 votosR$ 11,9
Votos por real
- 2016, vereadora: 6,3 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2014, deputada estadual: 55 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereadora: 7 votos por R$ 1.000, 37% da mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 31 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.