Marcos Magalhães
Marcos Jose Magalhaes Avelar · nasceu em 1982
Marcos Magalhães se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Passou por 2 partidos: MOBILIZA (2004), MDB (2008–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 34 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor preta. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Marcos Magalhães declarou R$ 30,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 34,9 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Marcos Magalhães declarou ao TSE R$ 37 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Miguel Pereira (RJ) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 5.82958,2%
- Próprio bolsoR$ 3.69236,9%
- Outros candidatosR$ 4894,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 7.60976,7%
- TransporteR$ 1.71617,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4054,1%
- ServiçosR$ 1621,6%
- EscritórioR$ 310,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Miguel Pereira (RJ), 2016
Marcos Magalhães: R$ 34,3 por voto (mediana da disputa, R$ 34,3). Quem venceu, Cleber Do Taxi, gastou R$ 11,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 158; o mais barato, R$ 11,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Marcos Magalhães. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vania Brizola PDTR$ 26 mil · 167 votosR$ 158
- Cavalcanti CIDADANIAR$ 6 mil · 46 votosR$ 131
- Giovanni Chiarelli DEMR$ 6,9 mil · 72 votosR$ 96,1
- Dejair Lopes Rêgo PPR$ 9,7 mil · 148 votosR$ 65,4
- Vitorino Vitinho DCR$ 5,4 mil · 90 votosR$ 60,1
- Raul Araújo PDTR$ 9 mil · 169 votosR$ 53,2
- Marcos Magalhães MDBR$ 9,9 mil · 289 votosR$ 34,3
- Mauricio Dentista PPR$ 9,2 mil · 281 votosR$ 32,6
- Wania De Conrado PHSR$ 8,1 mil · 380 votosR$ 21,4
- Bolivar PLR$ 6,2 mil · 318 votosR$ 19,4
- Albino Portella PPR$ 9,1 mil · 522 votosR$ 17,4
- Cleber Do Taxi PHSR$ 8,5 mil · 713 votosR$ 11,9
Votos por real
- 2016, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 33 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.