Tião do Leite
Sebastiao Carlos da Silva · nasceu em 1955
Tião do Leite se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2018, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PRTB (2008), PL (2012–2016), PROS (2018).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.
Declarou ao TSE em 2018: 62 anos, ensino médio, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2018Deputado estadual · São PauloPROS 90690· direitasuplente1.101 votos; 963º mais votado de 1.959 no estado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Tião do Leite teve 1.101 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 963º lugar entre 1.959 candidatos.
Recebeu votos em 33 cidades. Pindamonhangaba deu 88,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Tião do Leite declarou R$ 64,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2018, o total caiu R$ 59,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual em São Paulo em 2018.
- Tião do LeiteR$ 64,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 44,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 969,5 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tião do Leite declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 11 mil, 10% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pindamonhangaba (SP) · PL · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 7.99973%
- Próprio bolsoR$ 1.86217%
- Outros candidatosR$ 1.10110%
Para onde foi
- PessoalR$ 6.13756,4%
- TransporteR$ 2.38021,9%
- Material impressoR$ 1.79716,5%
- ServiçosR$ 4864,5%
- EscritórioR$ 740,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Pindamonhangaba (SP), 2016
Mediana da disputa: R$ 26,5 por voto. Quem venceu, Professor Osvaldo, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 169; o mais barato, R$ 14,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ademar Santos CIDADANIAR$ 56 mil · 329 votosR$ 169
- Teresa Do Anizio CIDADANIAR$ 19 mil · 216 votosR$ 87,2
- Felipe Cesar Ou Fc PVR$ 97 mil · 1.543 votosR$ 62,8
- Janio Lerario PSDBR$ 60 mil · 1.523 votosR$ 39,4
- Gislene Cardoso (Gi) DEMR$ 33 mil · 1.009 votosR$ 32,9
- Cal PTBR$ 41 mil · 1.493 votosR$ 27,4
- Rafael Goffi PSDBR$ 83 mil · 3.152 votosR$ 26,5
- Casé PVR$ 24 mil · 907 votosR$ 26,4
- Roderley Miotto PSDBR$ 43 mil · 1.863 votosR$ 23,1
- Professor Everton PLR$ 29 mil · 1.345 votosR$ 21,6
- Magrão PLR$ 49 mil · 2.852 votosR$ 17,1
- Professor Osvaldo PLR$ 39 mil · 2.744 votosR$ 14,3
Votos por real
- 2016, vereador: 104 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 317 votos por R$ 1.000, 5 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 184 votos por R$ 1.000, 3,3 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.