Rafael Goffi
Rafael Moreira Tavares Goffi · nasceu em 1984
Rafael Goffi se candidatou em 7 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 2 partidos: PSDB (2008–2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2024, chapa eleita.
Declarou ao TSE em 2024: 39 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024Vice-prefeito · Pindamonhangaba (SP)REPUBLICANOS 22· direitaNa chapa de Ricardo Piorinochapa eleita35.734 votos da chapa, 54,3%
- 2020
- 2018Deputado federal · São PauloPSDB 4555· direitasuplente26.667 votos; 143º mais votado de 1.483 no estado
- 2016
- 2014Deputado federal · São PauloPSDB 4555· centro-direitasuplente20.568 votos; 166º mais votado de 1.318 no estado
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Rafael Goffi teve 26.667 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 143º lugar entre 1.483 candidatos.
Recebeu votos em 433 cidades. Pindamonhangaba deu 48,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,6%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Rafael Goffi declarou R$ 11 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2024, o total caiu R$ 32,3 mil, já descontada a inflação.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Rafael Goffi declarou ao TSE R$ 1,4 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 663 mil, 34% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Pindamonhangaba (SP) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 31,3 mil13,8%
- Outros candidatosTudo de Eleicao 2020 Rubens Celio Proenca VereadorR$ 15,3 mil6,7%
Para onde foi
- Pessoal71 pessoas, não nomeadasR$ 219,5 mil50,6%
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 88,7 mil20,4%
- InternetR$ 21,2 mil4,9%
- EventosR$ 5.0151,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Pindamonhangaba (SP), 2020
Rafael Goffi: R$ 42,8 por voto (mediana da disputa, R$ 10,8). Quem venceu, Dr Isael, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 42,8; o mais barato, R$ 0,85.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rafael Goffi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem gasto declarado.
Ver em tabela
- Rafael Goffi PSDBR$ 434 mil · 10.133 votosR$ 42,8
- Dr Isael PLR$ 578 mil · 44.912 votosR$ 12,9
- Vito PPR$ 200 mil · 18.516 votosR$ 10,8
- Gustavo Tótaro MOBILIZAR$ 2,6 mil · 264 votosR$ 9,90
- Gabriel Cruz PSOLR$ 1,3 mil · 1.575 votosR$ 0,85
Votos por real
- 2020, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 25% da mediana da disputa.
- 2018, deputado federal: 43 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 52 votos por R$ 1.000, 77% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.