Casé
Carlos Jose Ribeiro · nasceu em 1967
Casé se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PT (2004–2014), PV (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 48 anos, superior completo, bancário e economiário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado estadual · São PauloPT 13100· centro-esquerdasuplente11.524 votos; 279º mais votado de 1.878 no estado
- 2012Prefeito · Pindamonhangaba (SP)PT 13· centro-esquerda· na urna, Carlinhos Casénão eleito7.413 votos, 9,3%
- 2008Vereador · Pindamonhangaba (SP)PT 13789· centro-esquerda· na urna, Carlinhos Casénão eleito1.179 votos
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Casé teve 11.524 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 279º lugar entre 1.878 candidatos.
Recebeu votos em 219 cidades. Pindamonhangaba deu 82,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Casé declarou R$ 69,5 mil em bens, em reais de hoje: 3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 178 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- CaséR$ 69,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Casé declarou ao TSE R$ 853 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 543 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Pindamonhangaba (SP) · PV · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 20 mil83,8%
- PessoasR$ 2.2679,5%
- Outros candidatosR$ 1.6146,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 8.74436,6%
- TransporteR$ 7.62631,9%
- Material impressoR$ 6.22926,1%
- ServiçosR$ 9724,1%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3241,4%
- EscritórioR$ 160,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Pindamonhangaba (SP), 2016
Casé: R$ 26,4 por voto (mediana da disputa, R$ 26,5). Quem venceu, Professor Osvaldo, gastou R$ 14,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 169; o mais barato, R$ 14,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Casé. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ademar Santos CIDADANIAR$ 56 mil · 329 votosR$ 169
- Teresa Do Anizio CIDADANIAR$ 19 mil · 216 votosR$ 87,2
- Felipe Cesar Ou Fc PVR$ 97 mil · 1.543 votosR$ 62,8
- Janio Lerario PSDBR$ 60 mil · 1.523 votosR$ 39,4
- Gislene Cardoso (Gi) DEMR$ 33 mil · 1.009 votosR$ 32,9
- Cal PTBR$ 41 mil · 1.493 votosR$ 27,4
- Rafael Goffi PSDBR$ 83 mil · 3.152 votosR$ 26,5
- Casé PVR$ 24 mil · 907 votosR$ 26,4
- Roderley Miotto PSDBR$ 43 mil · 1.863 votosR$ 23,1
- Professor Everton PLR$ 29 mil · 1.345 votosR$ 21,6
- Magrão PLR$ 49 mil · 2.852 votosR$ 17,1
- Professor Osvaldo PLR$ 39 mil · 2.744 votosR$ 14,3
Votos por real
- 2016, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 56 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.