Apuração
Deputado estadual · 2018 · PSOL

Thiago Cócaro

Thiago Cocaro Vignoli · nasceu em 1980

Thiago Cócaro se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MDB2008PSOL2010PSOL2012PSOL2016PSOL2018PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: MDB (2004), PSOL (2008–2018).

Dep. federalDep. estadualPrefeitoVereadorPartidoMDBPSOL20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 38 anos, superior completo, veterinário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSOL 50678· esquerda
    suplente621 votos; 1026º mais votado de 2.242 no estado
  2. 2016
    Prefeito · Saquarema (RJ)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito1.574 votos, 3,5%
  3. 2012
    Prefeito · Saquarema (RJ)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito769 votos, 1,7%
  4. 2010
    Deputado federal · Rio de Janeiro
    PSOL 5010· esquerda· na urna, Thiago Cocaro
    suplente117 votos; 704º mais votado de 751 no estado
  5. 2008
    Prefeito · Saquarema (RJ)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito836 votos, 3,7%
  6. 2004
    Vereador · Saquarema (RJ)
    MDB 15015· centro
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Thiago Cócaro teve 621 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1026º lugar entre 2.242 candidatos.

Recebeu votos em 25 cidades. Saquarema deu 68,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,4%.

621 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 621 votos.
  1. Saquarema (RJ)426 votos68,6%
  2. Rio de Janeiro (RJ)109 votos17,6%
  3. Araruama (RJ)22 votos3,5%
  4. São Gonçalo (RJ)15 votos2,4%
  5. Niterói (RJ)11 votos1,8%
  6. Outras 10 cidades10 votos1,6%
As outras 1 eleições para deputado
117 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 117 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)50 votos42,7%
  2. Niterói (RJ)11 votos9,4%
  3. Saquarema (RJ)10 votos8,5%
  4. Petrópolis (RJ)5 votos4,3%
  5. Quissamã (RJ)5 votos4,3%
  6. Outras 9 cidades9 votos7,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Thiago Cócaro declarou R$ 48,5 mil em bens, em reais de hoje.

Em 2018, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 48,5 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 18.000 na declaração)

Declarou 11% da mediana dos candidatos a prefeito no Rio de Janeiro em 2008.

  • Thiago CócaroR$ 48,5 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 453,4 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 568,2 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 48,5 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Thiago Cócaro declarou ao TSE R$ 176 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 113 mil, 3,8% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PSOL · suplente

De onde veio

R$ 21,3 mil
25% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 21,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 10,4 mil48,5%
  2. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Rio De Janeiro (Psol-Rj)R$ 4.32020,2%
  3. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 2.93913,8%

Para onde foi

R$ 13,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 73% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosTudo de Evelyn Melo Samara Castro AdvogadasR$ 2.71420,4%
  2. InternetTudo de Payu Brasil Intermediacao De Negocios Ltda.R$ 7545,7%
  3. EscritórioR$ 1180,9%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018

Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 47 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 64 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 111 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.