Tatá do Roberto
Otavio Fonseca de Oliveira · nasceu em 1982
Tatá do Roberto se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012 e 2024.
Passou por 3 partidos: DEM (2008–2012), PTB (2020), PP (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 42 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Tatá do Roberto declarou R$ 447,4 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2024, o total subiu R$ 220,6 mil acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- Tatá do RobertoR$ 447,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Apartamento em guarapari/esR$ 198,8 milApartamento
- Casa residencial no bairro amendoeira em carangola/mgR$ 165,3 milCasa
- 01 Carro fiat mobi 2018R$ 38,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em poder do declaranteR$ 22,1 milDinheiro em espécie
- Quotas de capital fima individualR$ 11 milQuotas ou quinhões de capital
- 01 Consorcio de veiculoR$ 8.797Consórcio não contemplado
- Previdência privada no banco do brasilR$ 2.645Outras aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Tatá do Roberto declarou ao TSE R$ 139 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 99 mil, 57% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Carangola (MG) · PTB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Trabalhista Brasileiro - Minas Gerais - Mg - EstadualR$ 56,6 mil57,4%
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 33,6 mil34%
- Próprio bolsoR$ 8.4918,6%
Para onde foi
- Pessoal14 pessoas, não nomeadasR$ 29,7 mil32,7%
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 7.0767,8%
- InternetR$ 3.0993,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.5472,8%
- OutrosR$ 3960,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Carangola (MG), 2020
Tatá Do Roberto: R$ 31,7 por voto (mediana da disputa, R$ 31,7). Quem venceu, Silas Vieira, gastou R$ 14,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 56,9; o mais barato, R$ 14,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Tatá Do Roberto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ronaldo Detetive PDTR$ 38 mil · 673 votosR$ 56,9
- Paulo Pettersen MDBR$ 190 mil · 4.333 votosR$ 43,8
- Tatá Do Roberto PTBR$ 91 mil · 2.870 votosR$ 31,7
- Cezar Ricardo AVANTER$ 109 mil · 4.268 votosR$ 25,5
- Silas Vieira REPUBLICANOSR$ 79 mil · 5.498 votosR$ 14,4
Votos por real
- 2020, prefeito: 32 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 99 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.