Paulo Pettersen
Paulo Cesar de Carvalho Pettersen · nasceu em 1951
Paulo Pettersen se candidatou em 9 eleições, de 2002 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 3 partidos: PL (2002), MDB (2004–2020), REPUBLICANOS (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 73 anos, superior incompleto, aposentado (exceto servidor público), cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2010Deputado federal · Minas GeraisMDB 1540· centrosuplente6.130 votos; 141º mais votado de 524 no estado
- 2008
- 2006Deputado estadual · Minas GeraisMDB 15400· centrosuplente4.374 votos; 275º mais votado de 852 no estado
- 2004
- 2002Deputado estadual · Minas GeraisPL 22215· direitasuplente16.369 votos; 168º mais votado de 725 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Paulo Pettersen teve 6.130 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 141º lugar entre 524 candidatos.
Recebeu votos em 303 cidades. Carangola deu 33,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 72,7%.
- Carangola (MG)2.042 votos33,3%
- Ponte Nova (MG)544 votos8,9%
- Mariana (MG)320 votos5,2%
- Guaxupé (MG)305 votos5%
- Belo Horizonte (MG)248 votos4%
- Outras 288 cidades1.671 votos27,3%
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Paulo Pettersen declarou R$ 27,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2024, o total caiu R$ 7,7 mi, já descontada a inflação.
Declarou 6% da mediana dos candidatos a prefeito em Minas Gerais em 2024.
- Paulo PettersenR$ 27,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 459,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 541,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 8 campanhas com contas prestadas, Paulo Pettersen declarou ao TSE R$ 1,2 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 387 mil.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Carangola (MG) · REPUBLICANOS · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Republicanos - Brasil - Br - NacionalR$ 38,3 mil74,5%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 13,1 mil25,5%
Para onde foi
- Serviços29 pessoas, não nomeadasR$ 57,2 mil56,9%
- EscritórioTudo de Mauricio Jose Gomide Cia LtdaR$ 6.5626,5%
- Rádio, TV e vídeoR$ 4.7854,8%
- TransporteR$ 2.7342,7%
- RepassesR$ 1.0941,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Carangola (MG), 2024
Paulo Pettersen: R$ 52,9 por voto (mediana da disputa, R$ 31,6). Quem venceu, Silas Vieira, gastou R$ 10,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 52,9; o mais barato, R$ 10,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Paulo Pettersen. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Paulo Pettersen REPUBLICANOSR$ 100 mil · 1.900 votosR$ 52,9
- Cezar Ricardo PPR$ 104 mil · 3.297 votosR$ 31,6
- Silas Vieira PSDR$ 128 mil · 12.211 votosR$ 10,5
Votos por real
- 2024, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 23 votos por R$ 1.000, 72% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 52 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 22 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.