Apuração
Deputado federal · 2002 · PDT

T Coronel Alberto

Carlos Alberto Vivian Gravi · nasceu em 1963

T Coronel Alberto disputou uma eleição, em 2002, para deputado federal (Rondônia), pelo PDT: não eleito.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. federalPartidoPDT2002
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2002, não eleito.

Declarou ao TSE em 2002: 39 anos, superior incompleto, policial militar. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2002
    Deputado federal · Rondônia
    PDT 1222· centro-esquerda
    não eleito1.913 votos; 62º mais votado de 104 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, T Coronel Alberto teve 1.913 votos para deputado federal, 0,3% dos votos válidos do estado: 62º lugar entre 104 candidatos.

Recebeu votos em 37 cidades. Porto Velho deu 72,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,5%.

1.913 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.913 votos.
  1. Porto Velho (RO)1.386 votos72,5%
  2. Guajará-Mirim (RO)227 votos11,9%
  3. Vilhena (RO)50 votos2,6%
  4. Nova Mamoré (RO)40 votos2,1%
  5. Cacoal (RO)35 votos1,8%
  6. Outras 22 cidades48 votos2,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2002, T Coronel Alberto declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, em reais de hoje.

2002 · Deputado federal · Rondônia · PDT · não eleito

De onde veio

R$ 14,1 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,1 mil.
  1. EmpresasTudo de Acir Marcos GurgaczR$ 13,4 mil94,7%
  2. PessoasR$ 5954,2%
  3. Próprio bolsoR$ 1471%

Para onde foi

R$ 14,1 mil
O maior gasto foi com transporte: 60% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 14,1 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteR$ 8.41359,7%
  2. EscritórioR$ 830,6%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rondônia, 2002

Mediana da disputa: R$ 22,2 por voto. Quem venceu, Eduardo Valverde, gastou R$ 6,93 por voto. O voto mais caro custou R$ 236; o mais barato, R$ 6,12.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado federal: 136 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.