Agnaldo Muniz
nasceu em 1970
Agnaldo Muniz se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2002), PP (2006), PSC (2010–2014).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2014, suplente.
Declarou ao TSE em 2014: 44 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014
- 2010
- 2006
- 2002Deputado federal · RondôniaCIDADANIA 2323· centroeleito35.707 votos; 3º mais votado de 104 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Agnaldo Muniz teve 25.204 votos para deputado federal, 3,2% dos votos válidos do estado: 8º lugar entre 81 candidatos.
Recebeu votos em 52 cidades. Porto Velho deu 29,7% deles; as 15 cidades que mais votaram, 75,0%.
As outras 2 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Agnaldo Muniz declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Rondônia. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2006 e 2014.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em Rondônia em 2014.
- Agnaldo MunizR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 511,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 2,1 mi
Cada quadrado, R$ 100 mil.
Os 11 itens declarados em 2014, do maior ao menor
- 651 Cabeças de animais de corteR$ 757,4 milBens da atividade autônoma
- Terra rural, no 72 (parte a e b) den. fazenda cunaa…R$ 193,9 milOutros bens imóveis rural
- Alvenaria, na rua clea merces, 5194, agenor de carvalhoR$ 77,6 milCasa
- Terra rural 77R$ 58,2 milOutros bens imóveis rural
- Automovel vectra modelo elegance 2007 prataR$ 48,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Terra rural, 80/PARTE, setor 05, gleba cunia, margem…R$ 38,8 milOutros bens imóveis rural
- Terra rual, 78, setor 5, gleba cunhia, margem direita…R$ 38,8 milOutros bens imóveis rural
- Terra rural 75R$ 38,8 milOutros bens imóveis rural
- Terra rural 68R$ 38,8 milOutros bens imóveis rural
- Dinheiro em espécie em conta corrente banco do brasilR$ 11,6 milConta corrente no país
- Terra rural, setor 5, gleba cunia, margem direita linha…R$ 5.818Outros bens imóveis rural
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Agnaldo Muniz declarou ao TSE R$ 1,9 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado federal: R$ 669 mil.
Campanha a campanha
2014 · Deputado federal · Rondônia · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 442 mil66,1%
- Pessoas15 pessoas, não nomeadasR$ 82,5 mil12,3%
Para onde foi
- Pessoal135 pessoas, não nomeadasR$ 335,6 mil50,2%
- ServiçosR$ 17,3 mil2,6%
- EscritórioR$ 1.9950,3%
- OutrosR$ 138< 0,1%
Quanto custou cada voto: deputado federal, Rondônia, 2014
Agnaldo Muniz: R$ 26,5 por voto (mediana da disputa, R$ 45). Quem venceu, Marcos Rogerio, gastou R$ 12,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 252; o mais barato, R$ 12,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Agnaldo Muniz. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Amir Lando MDBR$ 5 milhões · 19.673 votosR$ 252
- Ivan Rocha PPR$ 737 mil · 3.262 votosR$ 226
- Guilherme Moreira Mendes PSDR$ 2,1 milhões · 14.802 votosR$ 143
- Cláudia Carvalho PPR$ 203 mil · 1.539 votosR$ 132
- Itamar Da Cut PTR$ 690 mil · 5.474 votosR$ 126
- Eliane Back PVR$ 178 mil · 1.994 votosR$ 89,3
- Junior Donadon MDBR$ 680 mil · 8.297 votosR$ 82
- José Bianco DEMR$ 651 mil · 8.702 votosR$ 74,8
- Expedito Netto SOLIDARIEDADER$ 1,6 milhão · 25.691 votosR$ 61,9
- Luiz Claudio PLR$ 2 milhão · 33.737 votosR$ 59,1
- Lindomar Garçon MDBR$ 1,4 milhão · 24.146 votosR$ 56,5
- Marinha Raupp MDBR$ 3,4 milhões · 61.419 votosR$ 56,1
- Scheilla Cassol PROSR$ 450 mil · 8.405 votosR$ 53,5
- Marcelo Bessa MDBR$ 702 mil · 14.271 votosR$ 49,2
- Roberto Sobrinho PTR$ 807 mil · 16.811 votosR$ 48
- Lucio Mosquini MDBR$ 1,8 milhão · 40.595 votosR$ 45
- Fatima Cleide PTR$ 776 mil · 17.889 votosR$ 43,4
- Amorim PTBR$ 717 mil · 20.412 votosR$ 35,1
- Jeverson Lima MDBR$ 225 mil · 6.712 votosR$ 33,6
- Edgar Do Boi DCR$ 284 mil · 9.235 votosR$ 30,7
- Anselmo De Jesus PTR$ 750 mil · 24.696 votosR$ 30,4
- Mariana Carvalho PSDBR$ 1,7 milhão · 60.324 votosR$ 28,4
- Nilton Capixaba PTBR$ 1,2 milhão · 42.353 votosR$ 28,3
- Agnaldo Muniz PSCR$ 669 mil · 25.204 votosR$ 26,5
- Flávio Lemos PLR$ 222 mil · 9.315 votosR$ 23,8
- Raquel Donadon PTBR$ 410 mil · 17.498 votosR$ 23,4
- Chico Pinheiro PC do BR$ 195 mil · 8.775 votosR$ 22,2
- Delegado Thiago Flores MDBR$ 326 mil · 17.861 votosR$ 18,3
- Rosaria Helena PROSR$ 267 mil · 19.020 votosR$ 14,1
- Marcos Rogerio PDTR$ 760 mil · 60.780 votosR$ 12,5
Votos por real
- 2014, deputado federal: 38 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2010, senador: 478 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 40 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2002, deputado federal: 131 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.