Apuração
Vice-prefeito · 2012 · PT

Miguel de Souza

nasceu em 1953

Miguel de Souza se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPT+0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2006PL2010PL2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.

Passou por 3 partidos: DEM (2002), PL (2006–2010), PT (2012).

Vice-gov.Dep. federalVice-prefeitoPartidoDEMPLPT200220042006200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2012, chapa não eleita.

Declarou ao TSE em 2012: 58 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vice-prefeito · Porto Velho (RO)
    PT 13· centro-esquerda
    Na chapa de Fátima Cleide
    chapa não eleita29.564 votos da chapa, 12,7%
  2. 2010
    Vice-governador · Rondônia
    PL 45· direita
    vice na chapa
  3. 2006
    Deputado federal · Rondônia
    PL 2233· direita
    suplente15.946 votos; 14º mais votado de 69 no estado
  4. 2002
    Deputado federal · Rondônia
    DEM 2580· direita
    eleito18.168 votos; 8º mais votado de 104 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Miguel de Souza teve 15.946 votos para deputado federal, 2,3% dos votos válidos do estado: 14º lugar entre 69 candidatos.

Recebeu votos em 49 cidades. Porto Velho deu 56,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,8%.

15.946 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 15.946 votos.
  1. Porto Velho (RO)8.975 votos56,3%
  2. Nova União (RO)1.088 votos6,8%
  3. Rolim de Moura (RO)546 votos3,4%
  4. Ouro Preto do Oeste (RO)514 votos3,2%
  5. Ji-Paraná (RO)440 votos2,8%
  6. Outras 34 cidades1.471 votos9,2%
As outras 1 eleições para deputado
18.168 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 18.168 votos.
  1. Porto Velho (RO)10.305 votos56,7%
  2. Machadinho D'oeste (RO)1.535 votos8,4%
  3. Jaru (RO)677 votos3,7%
  4. Rolim de Moura (RO)667 votos3,7%
  5. Cacoal (RO)567 votos3,1%
  6. Outras 37 cidades2.069 votos11,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Miguel de Souza declarou R$ 423,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2012, o total caiu R$ 954,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 423,9 mil
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 193.448 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 423,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2012, do maior ao menor
  1. Imovel residencial edificadaR$ 284,9 mil
    Casa
  2. Veiculo marca GM modelo blazer 2000R$ 89,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. Lote urbanoR$ 37,3 mil
    Terreno
  4. Joias diversas em ouro 18 quilatesR$ 11 mil
    Joias, arte e coleções
  5. Saldo em conta corrente banco do brasilR$ 894
    Outros créditos e poupança vinculada
  6. Lote urbano em porto velhoR$ 88
    Terreno

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Miguel de Souza declarou ao TSE R$ 1,6 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 913 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 25 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · Rondônia · PL · suplente

De onde veio

R$ 912,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 8 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 912,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas8 pessoas, não nomeadasR$ 293,7 mil32,2%
  2. Próprio bolsoR$ 29,7 mil3,2%

Para onde foi

R$ 911,4 mil
O maior gasto foi com material impresso: 43% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 911,4 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 44,8 mil4,9%
  2. EventosR$ 32,7 mil3,6%
  3. OutrosR$ 19,2 mil2,1%

Quanto custou cada voto: deputado federal, Rondônia, 2006

Miguel De Souza: R$ 57,2 por voto (mediana da disputa, R$ 16,8). Quem venceu, Lindomar Garçon / Garçon, gastou R$ 3,50 por voto. O voto mais caro custou R$ 290; o mais barato, R$ 3,50.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Miguel De Souza. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 18 votos por R$ 1.000, 24% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado federal: 26 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.