Subtenente Castro
Raimundo Nonato de Castro Neto · nasceu em 1964
Subtenente Castro se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PDT (2002), PSOL (2008), REPUBLICANOS (2012), PRTB (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 55 anos, superior completo, policial militar, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Águas Lindas de Goiás (GO)PSOL 50· esquerda· na urna, Sargento CastroNa chapa de Jiribitachapa não eleita6.491 votos da chapa, 13,9%
- 2002Deputado estadual · GoiásPDT 12190· centro-esquerda· na urna, Cabo Castrosuplente1.156 votos; 270º mais votado de 485 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Subtenente Castro teve 1.156 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 270º lugar entre 485 candidatos.
Recebeu votos em 29 cidades. Cidade Ocidental deu 50,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Subtenente Castro declarou R$ 373,5 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2020.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em Goiás em 2020.
- Subtenente CastroR$ 373,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 543,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 658,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Subtenente Castro declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Águas Lindas de Goiás (GO) · PRTB · não eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 4.52976,2%
- Próprio bolsoR$ 1.41523,8%
Para onde foi
- Material impressoTudo de Grafica Pioneira LtdaR$ 3.66569,3%
- EventosTudo de Paulo Roberto Barroso Feitosa 81696663172R$ 1.13221,4%
- Serviços1 pessoas, não nomeadasR$ 4258%
- EscritórioR$ 691,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Águas Lindas de Goiás (GO), 2020
Subtenente Castro: R$ 10,8 por voto (mediana da disputa, R$ 29,8). Quem venceu, Dr Lucas Da Santa Monica, gastou R$ 36,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 149; o mais barato, R$ 7,62.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Subtenente Castro. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Tenente Rajão PATRIOTAR$ 11 mil · 76 votosR$ 149
- Dr Lucas Da Santa Monica PODER$ 1,2 milhão · 32.214 votosR$ 36,6
- Sergiana Da Mandata Coletiva PSOLR$ 26 mil · 798 votosR$ 33,1
- Hamilton Borges PSLR$ 57 mil · 1.899 votosR$ 29,8
- Subtenente Castro PRTBR$ 5,3 mil · 492 votosR$ 10,8
- Wilson Do Tullio DEMR$ 245 mil · 32.179 votosR$ 7,62
Votos por real
- 2020, prefeito: 93 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 9,7 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.