Apuração
Vice-prefeito · 2016 · PTB

Jiribita

Luiz Alberto de Oliveira · nasceu em 1951

Jiribita se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoPTB+0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PRONA2006PSOL2008PSOL2012PTB2014PTB2016PTB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PRONA (2004), PSOL (2006–2008), PTB (2012–2016).

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoPartidoPRONAPSOLPTB2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, superior incompleto, locutor e comentarista de rádio e televisão e radialista, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    PTB 45· centro-direita
    Na chapa de Hildo do Candango
    chapa eleita39.746 votos da chapa, 66,4%
  2. 2014
    Deputado estadual · Goiás
    PTB 14789· centro-direita
    suplente10.737 votos; 85º mais votado de 717 no estado
  3. 2012
    PTB 14· centro-direita· na urna, Giribita
    Na chapa de Hildo do Candango
    chapa eleita29.259 votos da chapa, 54,0%
  4. 2008
    PSOL 50· esquerda· na urna, Luiz Alberto Jiribita
    não eleito6.491 votos, 13,9%
  5. 2006
    Deputado estadual · Goiás
    PSOL 50105· esquerda· na urna, Luiz Alberto
    não eleito8.877 votos; 96º mais votado de 473 no estado
  6. 2004
    PRONA 56· direita· na urna, Luiz Alberto
    não eleito3.480 votos, 9,4%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Jiribita teve 10.737 votos para deputado estadual, 0,3% dos votos válidos do estado: 85º lugar entre 717 candidatos.

Recebeu votos em 95 cidades. Águas Lindas de Goiás deu 66,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,8%.

10.737 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 10.737 votos.
  1. Águas Lindas de Goiás (GO)7.167 votos66,8%
  2. Planaltina (GO)1.104 votos10,3%
  3. Cocalzinho de Goiás (GO)819 votos7,6%
  4. Santa Terezinha de Goiás (GO)199 votos1,9%
  5. Goiânia (GO)157 votos1,5%
  6. Outras 80 cidades556 votos5,2%
As outras 1 eleições para deputado
8.877 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 8.877 votos.
  1. Águas Lindas de Goiás (GO)4.246 votos47,8%
  2. Planaltina (GO)2.322 votos26,2%
  3. Padre Bernardo (GO)552 votos6,2%
  4. Cavalcante (GO)150 votos1,7%
  5. Valparaíso de Goiás (GO)143 votos1,6%
  6. Outras 73 cidades598 votos6,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Jiribita declarou R$ 211,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 18,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 211,2 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 130.000 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 211,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Jiribita declarou ao TSE R$ 797 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 763 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Goiás · PTB · suplente

De onde veio

R$ 762,9 mil
0% veio de fundos públicos; 17 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 762,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas17 pessoas, não nomeadasR$ 105,7 mil13,9%
  2. Próprio bolsoR$ 105,6 mil13,8%
  3. PartidoR$ 5.7600,8%

Para onde foi

R$ 762,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 36% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 762,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal163 pessoas, não nomeadasR$ 246,3 mil32,3%
  2. Serviços7 pessoas, não nomeadasR$ 46,6 mil6,1%
  3. EscritórioR$ 20,9 mil2,7%
  4. EventosR$ 12,3 mil1,6%
  5. Rádio, TV e vídeoR$ 6.2400,8%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Goiás, 2014

Mediana da disputa: R$ 91,7 por voto. Quem venceu, Bruno Peixoto, gastou R$ 41,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 591; o mais barato, R$ 41,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 41% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 255 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 1.080 votos por R$ 1.000, 25 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.