Sgt. Vieira
Francisco Alves Vieira · nasceu em 1959
Sgt. Vieira se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 3 partidos: DC (2004), PHS (2008), CIDADANIA (2010–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 52 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010Deputado federal · AcreCIDADANIA 2323· centro· na urna, Sgto Vieirasuplente3.378 votos; 14º mais votado de 37 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Sgt. Vieira teve 3.378 votos para deputado federal, 1,0% dos votos válidos do estado: 14º lugar entre 37 candidatos.
Recebeu votos em 22 cidades. Rio Branco deu 85,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Sgt. Vieira declarou R$ 359,4 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 186,8 mil acima da inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2012.
- Sgt. VieiraR$ 359,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sgt. Vieira declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Rio Branco (AC) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.79859,2%
- PartidoR$ 5.38140,8%
Para onde foi
- Material impressoR$ 8.85567,3%
- TransporteR$ 4.30232,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Branco (AC), 2012
Mediana da disputa: R$ 86,2 por voto. Quem venceu, Marcelo Macedo, gastou R$ 53,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 216; o mais barato, R$ 53,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Conceição PC do BR$ 151 mil · 698 votosR$ 216
- Fernando Martins PC do BR$ 207 mil · 1.456 votosR$ 142
- Irailton PTR$ 271 mil · 1.961 votosR$ 138
- Silva Maia/Mainha PC do BR$ 186 mil · 1.358 votosR$ 137
- Gabriel Forneck PTR$ 276 mil · 2.465 votosR$ 112
- Claudinha PC do BR$ 113 mil · 1.136 votosR$ 99,4
- Socorro Lima PTR$ 117 mil · 1.361 votosR$ 86,2
- Rodrigo Beirute DCR$ 120 mil · 1.861 votosR$ 64,3
- Marcos Lima DCR$ 115 mil · 1.944 votosR$ 59,4
- Rose Costa PTR$ 118 mil · 2.112 votosR$ 55,8
- Pastor Manuel Marcos REPUBLICANOSR$ 102 mil · 1.863 votosR$ 54,7
- Marcelo Macedo PTR$ 108 mil · 2.016 votosR$ 53,7
Votos por real
- 2012, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado federal: 294 votos por R$ 1.000, 12 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 150 votos por R$ 1.000, 4,5 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 218 votos por R$ 1.000, 5,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.