Fernando Martins
Carlos Fernando Gomes Martins · nasceu em 1960
Fernando Martins se candidatou em 3 eleições, de 2010 a 2016, e foi eleito em 1.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012.
Sempre pelo PC do B.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2010
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Fernando Martins teve 727 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 124º lugar entre 330 candidatos.
Recebeu votos em 18 cidades. Rio Branco deu 64,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,2%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Fernando Martins declarou R$ 307,9 mil em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 42,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Acre em 2016.
- Fernando MartinsR$ 307,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 24,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 105,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Fernando Martins declarou ao TSE R$ 497 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 207 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Rio Branco (AC) · PC do B · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 102 mil78,7%
- PessoasR$ 18,7 mil14,4%
- PartidoR$ 8.9026,9%
Para onde foi
- TransporteR$ 42 mil32,4%
- PessoalR$ 38,4 mil29,7%
- Material impressoR$ 27,3 mil21,1%
- OutrosR$ 7.6105,9%
- ServiçosR$ 6.9455,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 9330,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Branco (AC), 2016
Fernando Martins: R$ 107 por voto (mediana da disputa, R$ 34,5). Quem venceu, Elzinha Mendonça, gastou R$ 20,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 219; o mais barato, R$ 20,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fernando Martins. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ieve Terranova PTR$ 102 mil · 465 votosR$ 219
- João Paulo Bittar PSDBR$ 174 mil · 1.290 votosR$ 135
- Jô Luis PTR$ 159 mil · 1.353 votosR$ 118
- Fernando Martins PC do BR$ 130 mil · 1.209 votosR$ 107
- Júnior Santiago PPR$ 114 mil · 1.799 votosR$ 63,2
- Artemio PSBR$ 79 mil · 2.131 votosR$ 36,9
- N. Lima DEMR$ 101 mil · 2.936 votosR$ 34,5
- Pastora Sandra Asfury PDTR$ 76 mil · 2.355 votosR$ 32,2
- Lene Petecão PSDR$ 91 mil · 3.210 votosR$ 28,4
- Railson Correia PODER$ 100 mil · 3.586 votosR$ 27,9
- Rodrigo Forneck PTR$ 68 mil · 3.220 votosR$ 21
- Elzinha Mendonça PDTR$ 81 mil · 3.878 votosR$ 20,8
Votos por real
- 2016, vereador: 9,3 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 7,1 votos por R$ 1.000, 23% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 4,5 votos por R$ 1.000, 31% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.