Apuração
Deputado estadual · 2014 · PRP

Beirute

Rodrigo da Cruz Beyruth Borges · nasceu em 1980

Beirute se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,50← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012DC2014PRP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: DC (2012), PRP (2014).

Dep. estadualVereadorPartidoDCPRP20122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 33 anos, superior completo, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Acre
    PRP 44778· direita
    suplente2.421 votos; 49º mais votado de 497 no estado
  2. 2012
    Vereador · Rio Branco (AC)
    DC 27190· direita· na urna, Rodrigo Beirute
    suplente1.861 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Beirute teve 2.421 votos para deputado estadual, 0,6% dos votos válidos do estado: 49º lugar entre 497 candidatos.

Recebeu votos em 21 cidades. Rio Branco deu 80,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,9%.

2.421 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 2.421 votos.
  1. Rio Branco (AC)1.947 votos80,4%
  2. Senador Guiomard (AC)117 votos4,8%
  3. Tarauacá (AC)83 votos3,4%
  4. Cruzeiro do Sul (AC)66 votos2,7%
  5. Feijó (AC)38 votos1,6%
  6. Outras 6 cidades26 votos1,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Beirute declarou ao TSE R$ 176 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 120 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Acre · PRP · suplente

De onde veio

R$ 55,9 mil
0% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 55,9 mil.
  1. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 36,1 mil64,6%
  2. EmpresasTudo de Clinica Santa Lucia Ltda - EppR$ 19,2 mil34,3%
  3. PartidoR$ 6051,1%

Para onde foi

R$ 55,9 mil
O maior gasto foi com material impresso: 81% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 55,9 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 2860,5%
  2. EscritórioR$ 980,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Acre, 2014

Mediana da disputa: R$ 74,3 por voto. Quem venceu, Maria Antonia, gastou R$ 44,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 319; o mais barato, R$ 44,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 43 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 51% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.