Sérgio de Nelson
Raimundo Sérgio Vieira Batista · nasceu em 1971
Sérgio de Nelson se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 4 partidos: PP (2008), PSB (2012), DEM (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 49 anos, ensino médio, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Sérgio de Nelson declarou R$ 505,6 mil em bens, em reais de hoje: 70 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 155,1 mil acima da inflação.
Declarou 70 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- Sérgio de NelsonR$ 505,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Área de terra rural com 70 hectaresR$ 186,7 milTerreno rural
- Área de terra rural com 38 hectaresR$ 158 milTerreno rural
- Casa na Av. Antônio Gerso da CruzR$ 114,9 milCasa
- 15 (quize) cabeças de gadoR$ 43,1 milRebanho e animais
- Saldo em conta corrente no Banco do BrasilR$ 2.874Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Sérgio de Nelson declarou ao TSE R$ 52 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 28 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Sátiro Dias (BA) · PSD · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 1428,2%
- EscritórioR$ 573,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Sátiro Dias (BA), 2020
Sérgio De Nelson: R$ 4,41 por voto (mediana da disputa, R$ 4,41). Quem venceu, Zé Martins, gastou R$ 1,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 8,61; o mais barato, R$ 1,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Sérgio De Nelson. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Antonio Sergipano PSDR$ 3,1 mil · 358 votosR$ 8,61
- Moreno PSDR$ 2,9 mil · 432 votosR$ 6,80
- Antério Enfermeiro PSBR$ 4,7 mil · 770 votosR$ 6,07
- Marta PSBR$ 3,6 mil · 712 votosR$ 5,03
- Caboquinho PSDR$ 2,9 mil · 642 votosR$ 4,57
- Alaerte Ribeiro PSDR$ 1,3 mil · 281 votosR$ 4,52
- Sérgio De Nelson PSDR$ 1,7 mil · 393 votosR$ 4,41
- Gagau Chaveiro PSDR$ 1,3 mil · 326 votosR$ 4,12
- Jorge Muriçoca PSBR$ 2,1 mil · 690 votosR$ 3,11
- Vinicius Do Hospital PSDR$ 2,1 mil · 763 votosR$ 2,72
- Renato Da Ambulância PSDR$ 916 · 368 votosR$ 2,49
- Zé Martins PSBR$ 951 · 488 votosR$ 1,95
Votos por real
- 2020, vereador: 227 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 96 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 22 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.