Caboquinho
Railton Pereira de Sousa · nasceu em 1958
Caboquinho se candidatou em 4 eleições, de 2008 a 2020, e foi eleito em todas.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2012, 2016 e 2020.
Passou por 3 partidos: PL (2008–2012), DEM (2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, ensino médio, vereador, cor preta. A cor declarada mudou: parda em 2016, preta em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Caboquinho declarou R$ 77,1 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 187,2 mil, já descontada a inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2020.
- CaboquinhoR$ 77,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 7.182
- Mediana dos eleitosR$ 90,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Casa residencial no Alto da SaudadeR$ 43,1 milCasa
- Carro Fiat UNO 2014R$ 21,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- BradescoR$ 10,3 milCaderneta de poupança
- Dinheiro em espécieR$ 2.155Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Caboquinho declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 17 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Sátiro Dias (BA) · PSD · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 1.55752,4%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 1.41547,6%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoTudo de Diego Victor De Brito SouzaR$ 56619,3%
- ServiçosTudo de Diego Victor De Brito SouzaR$ 2839,6%
- EscritórioR$ 200,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Sátiro Dias (BA), 2020
Caboquinho: R$ 4,57 por voto (mediana da disputa, R$ 4,41). Quem venceu, Zé Martins, gastou R$ 1,95 por voto. O voto mais caro custou R$ 8,61; o mais barato, R$ 1,95.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Caboquinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Zé Antonio Sergipano PSDR$ 3,1 mil · 358 votosR$ 8,61
- Moreno PSDR$ 2,9 mil · 432 votosR$ 6,80
- Antério Enfermeiro PSBR$ 4,7 mil · 770 votosR$ 6,07
- Marta PSBR$ 3,6 mil · 712 votosR$ 5,03
- Caboquinho PSDR$ 2,9 mil · 642 votosR$ 4,57
- Alaerte Ribeiro PSDR$ 1,3 mil · 281 votosR$ 4,52
- Sérgio De Nelson PSDR$ 1,7 mil · 393 votosR$ 4,41
- Gagau Chaveiro PSDR$ 1,3 mil · 326 votosR$ 4,12
- Jorge Muriçoca PSBR$ 2,1 mil · 690 votosR$ 3,11
- Vinicius Do Hospital PSDR$ 2,1 mil · 763 votosR$ 2,72
- Renato Da Ambulância PSDR$ 916 · 368 votosR$ 2,49
- Zé Martins PSBR$ 951 · 488 votosR$ 1,95
Votos por real
- 2020, vereador: 219 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 61 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 49 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 2,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.