Apuração
Deputado federal · 2006 · PSC

Sergio Affonso

Sergio Affonso dos Santos · nasceu em 1964

Sergio Affonso se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PL2006PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PGT (2002), PL (2004), PSC (2006).

Dep. federalDep. estadualVereadorPartidoPGTPLPSC200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 41 anos, ensino médio, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · São Paulo
    PSC 2055· direita
    suplente8.524 votos; 262º mais votado de 952 no estado
  2. 2004
    Vereador · Mauá (SP)
    PL 22333· direita· na urna, Pastor Sergio Affonso
    suplente
  3. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PGT 30333· sem classificação
    suplente13.364 votos; 301º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Sergio Affonso teve 8.524 votos para deputado federal, 0,0% dos votos válidos do estado: 262º lugar entre 952 candidatos.

Recebeu votos em 188 cidades. Mauá deu 24,5% deles; as 15 cidades que mais votaram, 77,5%.

8.524 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 8.524 votos.
  1. Mauá (SP)2.087 votos24,5%
  2. São Paulo (SP)1.606 votos18,8%
  3. Mogi das Cruzes (SP)428 votos5%
  4. Santo André (SP)411 votos4,8%
  5. Sorocaba (SP)332 votos3,9%
  6. Outras 173 cidades1.919 votos22,5%
As outras 1 eleições para deputado
13.364 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 13.364 votos.
  1. Mauá (SP)4.809 votos36%
  2. São Paulo (SP)2.389 votos17,9%
  3. Santo André (SP)909 votos6,8%
  4. Guarujá (SP)544 votos4,1%
  5. Rio Grande da Serra (SP)525 votos3,9%
  6. Outras 131 cidades1.967 votos14,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Sergio Affonso declarou R$ 414,8 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 414,8 mil
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 139.100 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2006.

  • Sergio AffonsoR$ 414,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 313,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 414,8 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Veículo zafira ano 2002R$ 125,3 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  2. Terreno sito à r. carrasco pedro montalbamR$ 74,6 mil
    Imóveis
  3. Terreno sob n. 01 da quadra f do loteamento parque…R$ 74,6 mil
    Imóveis
  4. Veículo polo classic ano 1999R$ 53,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Veículo gol 16V ano 1999R$ 44,7 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Terreno no loteamento ninho verde gleba II lote 16 quadra azR$ 42 mil
    Bens rurais e animais

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Sergio Affonso declarou ao TSE R$ 69 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 54 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · São Paulo · PSC · suplente

De onde veio

R$ 54,2 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 54,2 mil.
  1. Pessoas7 pessoas, não nomeadasR$ 27,8 mil51,3%
  2. Próprio bolsoR$ 22,3 mil41,1%
  3. Outros candidatosTudo de Saulo Benevides Dos Santos 43106-SpR$ 4.1537,7%

Para onde foi

R$ 54,2 mil
O maior gasto foi com outros: 76% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 54,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. OutrosR$ 41,1 mil75,9%

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2006

Mediana da disputa: R$ 28,3 por voto. Quem venceu, Arnaldo Jardim, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 15,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado federal: 157 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 118 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 3.042 votos por R$ 1.000, 22 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.