Apuração
Prefeito · 2020 · PSD

Silvinho Peccioli

Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli · nasceu em 1958

Silvinho Peccioli se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSD+0,62← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004DEM2006DEM2008DEM2012DEM2016DEM2020PSD← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2006.

Passou por 2 partidos: DEM (2004–2016), PSD (2020).

Dep. federalPrefeitoPartidoDEMPSD’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.

Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PSD 55· direita
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  2. 2016
    DEM 25· direita
    não eleito17.421 votos, 29,0%
  3. 2012
    DEM 25· direita
    eleito25.991 votos, 96,7%
  4. 2008
    DEM 25· direita
    eleito27.171 votos, 59,4%
  5. 2006
    Deputado federal · São Paulo
    DEM 2558· direita
    eleito133.033 votos; 31º mais votado de 952 no estado
  6. 2004
    Prefeito · Cajamar (SP)
    DEM 25· direita
    não eleito7.478 votos, 18,6%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Silvinho Peccioli teve 133.033 votos para deputado federal, 0,6% dos votos válidos do estado: 31º lugar entre 952 candidatos.

Recebeu votos em 338 cidades. Barueri deu 32,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,4%.

133.033 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 133.033 votos.
  1. Barueri (SP)43.107 votos32,4%
  2. Santana de Parnaíba (SP)26.281 votos19,8%
  3. São Paulo (SP)12.191 votos9,2%
  4. Jandira (SP)9.379 votos7,1%
  5. Cajamar (SP)7.929 votos6%
  6. Outras 323 cidades11.483 votos8,6%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Silvinho Peccioli declarou R$ 552,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 182,9 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 552,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 384.900 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.

  • Silvinho PeccioliR$ 552,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 552,9 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
  1. quotas de empresaR$ 143,5 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  2. automóvelR$ 142,2 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  3. camionetaR$ 140,8 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  4. automóvelR$ 76,1 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  5. motocicletaR$ 35,9 mil
    Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
  6. outros depósitos e numerárioR$ 14,4 mil
    Outros depósitos à vista e numerário

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 6 campanhas com contas prestadas, Silvinho Peccioli declarou ao TSE R$ 8,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 3,6 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Santana de Parnaíba (SP) · PSD · votos anulados pela Justiça Eleitoral

De onde veio

R$ 74,3 mil
0% veio de fundos públicos; 33 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 74,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 50,9 mil68,6%
  2. Pessoas33 pessoas, não nomeadasR$ 23,4 mil31,4%

Para onde foi

R$ 51,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 86% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 51,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 7.07613,8%
  2. PessoalR$ 3030,6%
  3. EscritórioR$ 11< 0,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Santana de Parnaíba (SP), 2020

Mediana da disputa: R$ 22,2 por voto. Quem venceu, Marcos Tonho, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 26,7; o mais barato, R$ 12,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, prefeito: 85 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2012, prefeito: 7,3 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 37 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.