Silvinho Peccioli
Silvio Roberto Cavalcanti Peccioli · nasceu em 1958
Silvinho Peccioli se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.
O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2006.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2016), PSD (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, votos anulados pela Justiça Eleitoral.
Declarou ao TSE em 2020: 62 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2006
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Silvinho Peccioli teve 133.033 votos para deputado federal, 0,6% dos votos válidos do estado: 31º lugar entre 952 candidatos.
Recebeu votos em 338 cidades. Barueri deu 32,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Silvinho Peccioli declarou R$ 552,9 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 182,9 mil, já descontada a inflação.
Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Silvinho PeccioliR$ 552,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- quotas de empresaR$ 143,5 milQuotas ou quinhões de capital
- automóvelR$ 142,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- camionetaR$ 140,8 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- automóvelR$ 76,1 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- motocicletaR$ 35,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- outros depósitos e numerárioR$ 14,4 milOutros depósitos à vista e numerário
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Silvinho Peccioli declarou ao TSE R$ 8,6 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 3,6 milhões.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Santana de Parnaíba (SP) · PSD · votos anulados pela Justiça Eleitoral
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 50,9 mil68,6%
- Pessoas33 pessoas, não nomeadasR$ 23,4 mil31,4%
Para onde foi
- InternetTudo de Meta (Facebook, Instagram)R$ 7.07613,8%
- PessoalR$ 3030,6%
- EscritórioR$ 11< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santana de Parnaíba (SP), 2020
Mediana da disputa: R$ 22,2 por voto. Quem venceu, Marcos Tonho, gastou R$ 26,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 26,7; o mais barato, R$ 12,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcos Tonho PSDBR$ 902 mil · 33.828 votosR$ 26,7
- Dr Danilo Ferraresi PTBR$ 314 mil · 12.514 votosR$ 25,1
- Juliana Capitã Médica PRTBR$ 39 mil · 1.783 votosR$ 22,2
- Dr. Daniel Junior PSOLR$ 12 mil · 940 votosR$ 12,9
Votos por real
- 2016, prefeito: 85 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 7,3 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado federal: 37 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.