Apuração
Vereador · 2016 · PC do B

Jamil Murad

nasceu em 1943

Jamil Murad se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2016, e foi eleito em 2.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,58← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002PC do B2006PC do B2008PC do B2012PC do B2016PC do B← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado federal, em 2002.

Sempre pelo PC do B.

Dep. federalVereadorPartidoPC do B20022004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, não eleito.

Declarou ao TSE em 2016: 73 anos, superior completo, vereador, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · São Paulo (SP)
    PC do B 65123· esquerda
    não eleito
  2. 2012
    Vereador · São Paulo (SP)
    PC do B 65123· esquerda
    suplente
  3. 2008
    Vereador · São Paulo (SP)
    PC do B 65123· esquerda
    eleito28.145 votos
  4. 2006
    Deputado federal · São Paulo
    PC do B 6513· esquerda
    suplente77.523 votos; 74º mais votado de 952 no estado
  5. 2002
    Deputado federal · São Paulo
    PC do B 6513· esquerda
    eleito95.301 votos; 64º mais votado de 703 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Jamil Murad teve 77.523 votos para deputado federal, 0,4% dos votos válidos do estado: 74º lugar entre 952 candidatos.

Recebeu votos em 495 cidades. São Paulo deu 44,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 71,6%.

77.523 votos
votos para deputado federal em 2006
Cada quadrado é 1% de 77.523 votos.
  1. São Paulo (SP)34.711 votos44,8%
  2. Santo André (SP)3.123 votos4%
  3. Guarulhos (SP)2.767 votos3,6%
  4. Sumaré (SP)1.995 votos2,6%
  5. Ibaté (SP)1.756 votos2,3%
  6. Outras 480 cidades22.001 votos28,4%
As outras 1 eleições para deputado
95.301 votos
votos para deputado federal em 2002
Cada quadrado é 1% de 95.301 votos.
  1. São Paulo (SP)56.107 votos58,9%
  2. Mauá (SP)5.943 votos6,2%
  3. Santo André (SP)2.792 votos2,9%
  4. Guarulhos (SP)2.204 votos2,3%
  5. Ribeirão Preto (SP)1.811 votos1,9%
  6. Outras 509 cidades17.441 votos18,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Jamil Murad declarou R$ 954,7 mil em bens, em reais de hoje: 41 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 249,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 954,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 587.608 na declaração)

Declarou 41 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Jamil MuradR$ 954,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 25 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 954,7 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
  1. 50% Apartamento 104BR$ 324,9 mil
    Apartamento
  2. BB di plus est 23.445R$ 280,2 mil
    Previdência VGBL
  3. Uma casa na rua laviniaR$ 260 mil
    Casa
  4. BB consórcioR$ 30,8 mil
    Consórcio não contemplado
  5. Fundo de investimentos caixa ec. federal ag. 0255-0R$ 30,3 mil
    Fundo de Curto Prazo
  6. Santander contas de poupança = 997R$ 28,5 mil
    Caderneta de poupança

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Jamil Murad declarou ao TSE R$ 9,8 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 3,2 milhões.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 100 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · São Paulo (SP) · PC do B · não eleito

De onde veio

R$ 650 mil
13% veio de fundos públicos; 126 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 650 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas126 pessoas, não nomeadasR$ 331,5 mil51%
  2. Fundo partidárioTudo de Comite Municipal De Sao Paulo Do Partido Comunista Do BrasilR$ 85,8 mil13,2%
  3. Próprio bolsoR$ 64,8 mil10%

Para onde foi

R$ 647,8 mil
O maior gasto foi com pessoal: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 647,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal176 pessoas, não nomeadasR$ 268,7 mil41,5%
  2. TransporteR$ 44,4 mil6,9%
  3. EscritórioR$ 22 mil3,4%
  4. OutrosR$ 1.8670,3%

Quanto custou cada voto: vereador, São Paulo (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 32,3 por voto. Quem venceu, Ricardo Nunes, gastou R$ 22,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 64,5; o mais barato, R$ 22,4.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2016, vereador: 10 votos por R$ 1.000, 13% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 6,8 votos por R$ 1.000, 19% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 40% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado federal: 28 votos por R$ 1.000, 33% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.