Schmidt
Luiz Francisco Schmidt · nasceu em 1954
Schmidt se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), DEM (2008–2010), PSDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2010Deputado estadual · Rio Grande do SulDEM 25500· direitasuplente11.344 votos; 147º mais votado de 545 no estado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Schmidt teve 11.344 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 147º lugar entre 545 candidatos.
Recebeu votos em 158 cidades. Erechim deu 74,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,1%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Schmidt declarou R$ 1,5 mi em bens, em reais de hoje: 2,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 460,4 mil acima da inflação.
Declarou 2,8 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- SchmidtR$ 1,5 mi
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 13 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Moeda corrente nacionalR$ 326,6 milDinheiro em espécie
- Rua bento gonçalvesR$ 264,9 milCasa
- 50% Predio rua italiaR$ 264,8 milGalpão
- 50 % Rua porto alegreR$ 216,2 milPrédio comercial
- BMW 320IR$ 203 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Fazenda em malletR$ 112,7 milOutros bens imóveis rural
- 50 % ErechimR$ 26 milPrédio comercial
- Rua bento gonçalvesR$ 25,6 milTerreno
- Rua bento gonçalvesR$ 16,6 milTerreno
- 3 LinhasR$ 2.681Linha telefônica
- Balneario camboriuR$ 1.137Linha telefônica
- BanrisulR$ 648Ações
- MovelR$ 515Linha telefônica
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Schmidt declarou ao TSE R$ 641 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 368 mil, 11% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Erechim (RS) · PSDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 325,5 mil88,4%
- Fundo partidárioTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 42,1 mil11,4%
- PessoasR$ 8100,2%
Para onde foi
- EscritórioR$ 10,8 mil2,9%
Quanto custou cada voto: prefeito, Erechim (RS), 2016
Schmidt: R$ 15,5 por voto (mediana da disputa, R$ 15,5). O voto mais caro custou R$ 38,7; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Ana Oliveira MDBR$ 921 mil · 23.807 votosR$ 38,7
- Schmidt PSDBR$ 368 mil · 23.819 votosR$ 15,5
- Flávio Tirello PSBR$ 148 mil · 12.190 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2016, prefeito: 65 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 42 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.