Apuração
Deputado estadual · 2018 · PODE

Rogério Loureiro

nasceu em 1962

Rogério Loureiro se candidatou em 4 eleições, de 2012 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2012PL2014CIDADANIA2016CIDADANIA2018PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PL (2012), CIDADANIA (2014–2016), PODE (2018).

Dep. estadualVice-prefeitoPartidoPLCIDADANIAPODE2012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 56 anos, superior completo, economista, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PODE 19555· direita
    suplente3.418 votos; 359º mais votado de 2.242 no estado
  2. 2016
    Vice-prefeito · Volta Redonda (RJ)
    CIDADANIA 55· centro
    Na chapa de Nelson Gonçalves
    chapa não eleita22.215 votos da chapa, 13,9%
  3. 2014
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    CIDADANIA 23456· centro· na urna, Rogerio Loureiro
    suplente10.468 votos; 148º mais votado de 1.846 no estado
  4. 2012
    Vice-prefeito · Volta Redonda (RJ)
    PL 22· direita· na urna, Rogerio Loureiro
    Na chapa de Zoinho
    chapa não eleita72.779 votos da chapa, 42,9%; 2º turno, 44,9%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Rogério Loureiro teve 3.418 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 359º lugar entre 2.242 candidatos.

Recebeu votos em 48 cidades. Volta Redonda deu 56,8% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,0%.

3.418 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 3.418 votos.
  1. Volta Redonda (RJ)1.943 votos56,8%
  2. Barra Mansa (RJ)804 votos23,5%
  3. Rio de Janeiro (RJ)204 votos6%
  4. Pinheiral (RJ)64 votos1,9%
  5. Barra do Piraí (RJ)62 votos1,8%
  6. Outras 33 cidades101 votos3%
As outras 1 eleições para deputado
10.468 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 10.468 votos.
  1. Volta Redonda (RJ)6.062 votos57,9%
  2. Barra Mansa (RJ)2.166 votos20,7%
  3. Angra dos Reis (RJ)484 votos4,6%
  4. Rio de Janeiro (RJ)422 votos4%
  5. Rio Claro (RJ)394 votos3,8%
  6. Outras 50 cidades298 votos2,8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Rogério Loureiro declarou R$ 5,9 mi em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2018, o total subiu R$ 1,5 mi acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 200 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 5,9 mi
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 3.848.034 na declaração)

Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 5,9 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. empresa transporte excelsiorR$ 3 mi
    Quotas ou quinhões de capital
  2. residencial - av sernambetiba - rio de janeiroR$ 2,3 mi
    Apartamento
  3. 50% residencialR$ 380,5 mil
    Apartamento
  4. chalé - penedo - itatiaiaR$ 182,6 mil
    Casa
  5. posto de gasolinaR$ 29 mil
    Quotas ou quinhões de capital
  6. 50% - residencial - porto ribeira - angra dos reisR$ 13,7 mil
    Apartamento

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Rogério Loureiro declarou ao TSE R$ 593 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 512 mil, 4,7% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 20 mil.
dinheiro públicodemais fontesToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PODE · suplente

De onde veio

R$ 81,4 mil
0% veio de fundos públicos; 14 pessoas doaram. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 60,2 mil
O maior gasto foi com material impresso: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 60,2 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 1.5082,5%
  2. EscritórioR$ 3590,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018

Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 57 votos por R$ 1.000, 65% da mediana da disputa.
  • 2014, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.