Rodrigo Pinto
Rodrigo Barbosa de Almeida · nasceu em 1979
Rodrigo Pinto se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PL (2004), PDT (2006), MDB (2008–2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 33 anos, superior incompleto, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2010
- 2008
- 2006Deputado estadual · AcrePDT 12000· centro-esquerdasuplente1.870 votos; 58º mais votado de 296 no estado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2010, Rodrigo Pinto teve 2.588 votos para deputado estadual, 0,8% dos votos válidos do estado: 40º lugar entre 330 candidatos.
Recebeu votos em 16 cidades. Rio Branco deu 92,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 100,0%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2010, Rodrigo Pinto declarou R$ 764,1 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Acre. Entre 2006 e 2010, o total subiu R$ 528,5 mil acima da inflação.
Em 2012, não declarou nenhum bem.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Acre em 2010.
- Rodrigo PintoR$ 764,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 61,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 791,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Pinto declarou ao TSE R$ 312 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2010, para deputado estadual: R$ 82 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Rio Branco (AC) · MDB · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 39 mil90%
- PartidoR$ 4.33210%
Para onde foi
- TransporteR$ 28,2 mil65%
- Material impressoR$ 15,1 mil35%
- EscritórioR$ 13< 0,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Branco (AC), 2012
Mediana da disputa: R$ 86,2 por voto. Quem venceu, Marcelo Macedo, gastou R$ 53,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 216; o mais barato, R$ 53,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professora Conceição PC do BR$ 151 mil · 698 votosR$ 216
- Fernando Martins PC do BR$ 207 mil · 1.456 votosR$ 142
- Irailton PTR$ 271 mil · 1.961 votosR$ 138
- Silva Maia/Mainha PC do BR$ 186 mil · 1.358 votosR$ 137
- Gabriel Forneck PTR$ 276 mil · 2.465 votosR$ 112
- Claudinha PC do BR$ 113 mil · 1.136 votosR$ 99,4
- Socorro Lima PTR$ 117 mil · 1.361 votosR$ 86,2
- Rodrigo Beirute DCR$ 120 mil · 1.861 votosR$ 64,3
- Marcos Lima DCR$ 115 mil · 1.944 votosR$ 59,4
- Rose Costa PTR$ 118 mil · 2.112 votosR$ 55,8
- Pastor Manuel Marcos REPUBLICANOSR$ 102 mil · 1.863 votosR$ 54,7
- Marcelo Macedo PTR$ 108 mil · 2.016 votosR$ 53,7
Votos por real
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 32 votos por R$ 1.000, 2,2 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 38 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.