Apuração
Prefeito · 2020 · PSOL

Rodrigo Chizolini

Rodrigo Pinto Chizolini · nasceu em 1980

Rodrigo Chizolini se candidatou em 4 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,76← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PSOL2016PSOL2018PSOL2020PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. federalPrefeitoPartidoPSOL201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 40 anos, superior completo, advogado, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2018. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Prefeito · Votorantim (SP)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito4.408 votos, 8,5%
  2. 2018
    Deputado federal · São Paulo
    PSOL 5090· esquerda
    suplente12.922 votos; 231º mais votado de 1.483 no estado
  3. 2016
    Prefeito · Votorantim (SP)
    PSOL 50· esquerda
    não eleito2.717 votos, 6,7%
  4. 2010
    Deputado federal · São Paulo
    PSOL 5015· esquerda
    suplente5.787 votos; 303º mais votado de 1.030 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Rodrigo Chizolini teve 12.922 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 231º lugar entre 1.483 candidatos.

Recebeu votos em 242 cidades. Votorantim deu 46,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 91,7%.

12.922 votos
votos para deputado federal em 2018
Cada quadrado é 1% de 12.922 votos.
  1. Votorantim (SP)5.951 votos46,1%
  2. Sorocaba (SP)3.972 votos30,7%
  3. São Paulo (SP)1.073 votos8,3%
  4. Salto de Pirapora (SP)150 votos1,2%
  5. Piedade (SP)120 votos0,9%
  6. Outras 227 cidades1.069 votos8,3%
As outras 1 eleições para deputado
5.787 votos
votos para deputado federal em 2010
Cada quadrado é 1% de 5.787 votos.
  1. Sorocaba (SP)4.029 votos69,6%
  2. Votorantim (SP)939 votos16,2%
  3. Salto de Pirapora (SP)117 votos2%
  4. São Paulo (SP)64 votos1,1%
  5. Itapetininga (SP)58 votos1%
  6. Outras 86 cidades300 votos5,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Rodrigo Chizolini declarou R$ 56,3 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2010 e 2018, o total caiu R$ 67 mil, já descontada a inflação.

Em 2020, não declarou nenhum bem.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 56,3 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 37.000 na declaração)

Declarou 62% da mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2018.

  • Rodrigo ChizoliniR$ 56,3 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 91,3 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 56,3 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Rodrigo Chizolini declarou ao TSE R$ 451 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2018, para deputado federal: R$ 200 mil, 35% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · Votorantim (SP) · PSOL · não eleito

De onde veio

R$ 49,9 mil
47% veio de fundos públicos; 10 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 49,9 mil.
  1. Fundo eleitoralTudo de Partido Socialismo E Liberdade - Sao Paulo - Sp - EstadualR$ 23,3 mil46,8%
  2. Pessoas10 pessoas, não nomeadasR$ 21,8 mil43,6%
  3. Próprio bolsoR$ 3.1136,2%
  4. PartidoR$ 1.6423,3%

Para onde foi

R$ 35,7 mil
O maior gasto foi com serviços: 44% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 35,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PessoalTudo de Silvio Jose Cruz PublicidadeR$ 3.1848,9%
  2. OutrosR$ 1.2403,5%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 1.0052,8%
  4. TransporteR$ 7082%

Quanto custou cada voto: prefeito, Votorantim (SP), 2020

Rodrigo Chizolini: R$ 8,09 por voto (mediana da disputa, R$ 18,4). Quem venceu, Fabiola Alves, gastou R$ 12,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 5,96.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Rodrigo Chizolini. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 124 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
  • 2018, deputado federal: 111 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
  • 2016, prefeito: 70 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2010, deputado federal: 36 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.