Fernando Oliveira
Fernando de Oliveira Souza · nasceu em 1970
Fernando Oliveira se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Passou por 3 partidos: PT (2004–2008), DEM (2012–2020), NOVO (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2024, não eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 54 anos, superior completo, administrador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008Vereador · Votorantim (SP)PT 13333· centro-esquerda· na urna, Fernando Filho do Zeca Padeiroeleito2.098 votos
- 2004Vereador · Votorantim (SP)PT 13333· centro-esquerda· na urna, Fernando Filho do Zeca Padeiroeleito626 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Fernando Oliveira declarou R$ 242 mil em bens, em reais de hoje. Descontada a inflação, o total ficou praticamente igual entre 2008 e 2024.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2024.
- Fernando OliveiraR$ 242 mil
- Mediana dos candidatosR$ 311,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 401 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 4 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- volkswagem cc 2013R$ 129,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Rua Angela gugone ramosR$ 88,4 milCasa
- omega ed 1998R$ 16,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- monza 1990R$ 7.733Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Fernando Oliveira declarou ao TSE R$ 1,3 milhão em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 408 mil, 75% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Prefeito · Votorantim (SP) · NOVO · não eleito
De onde veio
- Pessoas9 pessoas, não nomeadasR$ 91,3 mil40,4%
- PartidoTudo de Partido NovoR$ 32,8 mil14,5%
Para onde foi
- Pessoal22 pessoas, não nomeadasR$ 69,3 mil30,7%
- TransporteTudo de Auto Posto Correa Neto LtdaR$ 11,7 mil5,2%
- EscritórioR$ 11< 0,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Votorantim (SP), 2024
Fernando Oliveira: R$ 69,6 por voto (mediana da disputa, R$ 24,3). Quem venceu, Weber Manga, gastou R$ 24,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 113; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Fernando Oliveira. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcão Papeleiro PTR$ 420 mil · 3.717 votosR$ 113
- Fernando Oliveira NOVOR$ 226 mil · 3.245 votosR$ 69,6
- Pivetta PSBR$ 385 mil · 13.276 votosR$ 29
- Weber Manga REPUBLICANOSR$ 360 mil · 14.826 votosR$ 24,3
- Mauro Dos Materiais PLR$ 123 mil · 9.485 votosR$ 12,9
- Professor Luciano Silva PODER$ 77 mil · 7.248 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2024, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, 38% da mediana da disputa.
- 2020, prefeito: 43 votos por R$ 1.000, 79% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 81 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 63 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.