Apuração
Deputado estadual · 2006 · AVANTE

Ricardo Soares

Ricardo Soares Pereira de Souza · nasceu em 1953

Ricardo Soares se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em todas.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoAVANTE+0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002AVANTE2006AVANTE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002 e 2006.

Sempre pelo AVANTE.

Dep. estadualPartidoAVANTE200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 53 anos, superior completo, servidor público federal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Amapá
    AVANTE 70123· centro-direita
    eleito4.226 votos; 24º mais votado de 223 no estado
  2. 2002
    Deputado estadual · Amapá
    AVANTE 70123· centro-direita
    eleito1.981 votos; 34º mais votado de 253 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Ricardo Soares teve 4.226 votos para deputado estadual, 1,4% dos votos válidos do estado: 24º lugar entre 223 candidatos.

Recebeu votos em 16 cidades. Macapá deu 49,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 99,9%.

4.226 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 4.226 votos.
  1. Macapá (AP)2.077 votos49,1%
  2. Porto Grande (AP)740 votos17,5%
  3. Santana (AP)430 votos10,2%
  4. Oiapoque (AP)206 votos4,9%
  5. Pracuúba (AP)129 votos3,1%
  6. Outras 1 cidade4 votos0,1%
As outras 1 eleições para deputado
1.981 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 1.981 votos.
  1. Macapá (AP)1.539 votos77,7%
  2. Santana (AP)201 votos10,1%
  3. Porto Grande (AP)119 votos6%
  4. Mazagão (AP)28 votos1,4%
  5. Amapá (AP)22 votos1,1%
  6. Serra do Navio (AP)2 votos0,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Ricardo Soares declarou R$ 1 mi em bens, em reais de hoje: 15 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.

R$ 1 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 350.216 na declaração)

Declarou 15 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Amapá em 2006.

  • Ricardo SoaresR$ 1 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 68,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 650,1 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 8 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Casa em alvenariaR$ 343 mil
    Imóveis
  2. Um terreno na avenida rio grande do norteR$ 274,4 mil
    Imóveis
  3. Um automovel passeiotipo gol ralle 1.6R$ 118,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  4. Um automovel passeio cross fox 1.6 total flexR$ 104,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  5. Uma casa mista madeira e alvenariaR$ 86,5 mil
    Bens rurais e animais
  6. Socio em um terreno rural com 46R$ 59,6 mil
    Empresas e participações
  7. Consorcio nacional volkwagemR$ 50,7 mil
    Créditos e direitos
  8. Ourocap banco do brasilR$ 7.456
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ricardo Soares declarou ao TSE R$ 238 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 211 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Amapá · AVANTE · eleito

De onde veio

R$ 211,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 14 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 211,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas14 pessoas, não nomeadasR$ 131,3 mil62,1%
  2. Próprio bolsoR$ 14,8 mil7%

Para onde foi

R$ 211,3 mil
O maior gasto foi com outros: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 211,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 5.0402,4%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2.9661,4%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Amapá, 2006

Ricardo Soares: R$ 50 por voto (mediana da disputa, R$ 38,8). Quem venceu, Kaká, gastou R$ 16,6 por voto. O voto mais caro custou R$ 94; o mais barato, R$ 16,6.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ricardo Soares. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 20 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 73 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.