Apuração
Vereador · 2016 · PDT

Ratinho

Osvaldo da Costa Silva · nasceu em 1959

Ratinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,23← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PDT2006PDT2008PDT2016PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PDT.

Dep. estadualPrefeitoVice-prefeitoVereadorPartidoPDT2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2016: 56 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Nilópolis (RJ)
    PDT 12636· centro-esquerda
    candidatura não chegou à urna
  2. 2008
    Vice-prefeito · Nilópolis (RJ)
    PDT 11· centro-esquerda
    Na chapa de Sergio Sessim
    chapa eleita41.762 votos da chapa, 42,8%
  3. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PDT 12636· centro-esquerda
    suplente15.152 votos; 138º mais votado de 1.377 no estado
  4. 2004
    Prefeito · Nilópolis (RJ)
    PDT 12· centro-esquerda
    não eleito26.271 votos, 30,8%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Ratinho teve 15.152 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 138º lugar entre 1.377 candidatos.

Recebeu votos em 53 cidades. Nilópolis deu 47,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 98,7%.

15.152 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 15.152 votos.
  1. Nilópolis (RJ)7.129 votos47%
  2. Mesquita (RJ)4.961 votos32,7%
  3. Rio de Janeiro (RJ)1.081 votos7,1%
  4. Nova Iguaçu (RJ)559 votos3,7%
  5. Iguaba Grande (RJ)448 votos3%
  6. Outras 38 cidades193 votos1,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Ratinho declarou R$ 77 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2016, o total caiu R$ 571,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 77 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 47.404 na declaração)

Mais da metade (51%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2016.

Cada quadrado é 1% de R$ 77 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Ratinho declarou ao TSE R$ 304 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 200 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PDT · suplente

De onde veio

R$ 200,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 11 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 200,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 96,8 mil48,4%
  2. Próprio bolsoR$ 74,2 mil37%

Para onde foi

R$ 200,3 mil
O maior gasto foi com pessoal: 51% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 200,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal36 pessoas, não nomeadasR$ 101,4 mil50,7%
  2. OutrosR$ 13,9 mil7%
  3. EscritórioR$ 1.9901%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2006

Mediana da disputa: R$ 23,1 por voto. Quem venceu, Zito, gastou R$ 6,43 por voto. O voto mais caro custou R$ 75,2; o mais barato, R$ 6,43.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputado estadual: 76 votos por R$ 1.000, 66% da mediana da disputa.
  • 2004, prefeito: 253 votos por R$ 1.000, 32% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.