Apuração
Deputado estadual · 2018 · PODE

Gegê Galindo

João Geraldo Bezerra de Menezes Galindo · nasceu em 1969

Gegê Galindo se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2018, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPODE+0,28← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2006PSDB2008PSDB2012MDB2018PODE← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 3 partidos: PSDB (2004–2008), MDB (2012), PODE (2018).

Dep. estadualPrefeitoVereadorPartidoPSDBMDBPODE20042006200820102012201420162018
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2018, suplente.

Declarou ao TSE em 2018: 48 anos, ensino médio, capitalista de ativos financeiros, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2018
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PODE 19500· direita
    suplente4.462 votos; 306º mais votado de 2.242 no estado
  2. 2012
    Vereador · Niterói (RJ)
    MDB 15100· centro-direita
    suplente
  3. 2008
    Prefeito · Niterói (RJ)
    PSDB 45· centro-direita
    não eleito21.646 votos, 7,8%
  4. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    PSDB 45612· centro-direita
    suplente16.889 votos; 130º mais votado de 1.377 no estado
  5. 2004
    Prefeito · Niterói (RJ)
    PSDB 45· centro-direita· na urna, Gege Galindo
    não eleito33.301 votos, 13,1%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2018, Gegê Galindo teve 4.462 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 306º lugar entre 2.242 candidatos.

Recebeu votos em 63 cidades. Niterói deu 53,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,2%.

4.462 votos
votos para deputado estadual em 2018
Cada quadrado é 1% de 4.462 votos.
  1. Niterói (RJ)2.384 votos53,4%
  2. Angra dos Reis (RJ)737 votos16,5%
  3. Rio de Janeiro (RJ)433 votos9,7%
  4. São Gonçalo (RJ)241 votos5,4%
  5. Campos dos Goytacazes (RJ)122 votos2,7%
  6. Outras 48 cidades258 votos5,8%
As outras 1 eleições para deputado
16.889 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 16.889 votos.
  1. Niterói (RJ)12.140 votos71,9%
  2. Rio de Janeiro (RJ)1.103 votos6,5%
  3. São Gonçalo (RJ)1.053 votos6,2%
  4. Angra dos Reis (RJ)564 votos3,3%
  5. Campos dos Goytacazes (RJ)489 votos2,9%
  6. Outras 62 cidades598 votos3,5%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2018, Gegê Galindo declarou R$ 222,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2018, o total caiu R$ 218,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 222,2 mil
em bens declarados em 2018, em reais de setembro de 2026 (R$ 146.000 na declaração)

Mais da metade (53%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2018.

Cada quadrado é 1% de R$ 222,2 mil. Toque numa parte para abrir.
Os 5 itens declarados em 2018, do maior ao menor
  1. #Nulo#R$ 121,8 mil
    Sala ou conjunto
  2. #Nulo#R$ 53,3 mil
    Embarcação
  3. #Nulo#R$ 30,4 mil
    Terreno
  4. #Nulo#R$ 12,9 mil
    Dinheiro em espécie
  5. #Nulo#R$ 3.805
    Quotas ou quinhões de capital

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 5 campanhas com contas prestadas, Gegê Galindo declarou ao TSE R$ 2,1 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 1,2 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2018 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PODE · suplente

De onde veio

R$ 190 mil
0,1% veio de fundos públicos; 11 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 190 mil.
  1. Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 184,4 mil97,1%
  2. Próprio bolsoR$ 5.2782,8%
  3. Outros candidatosR$ 2590,1%

Para onde foi

R$ 189,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 189,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. EscritórioR$ 3450,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2018

Mediana da disputa: R$ 26,8 por voto. Quem venceu, Samuel Malafaia, gastou R$ 8,81 por voto. O voto mais caro custou R$ 212; o mais barato, R$ 8,81.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2018, deputado estadual: 24 votos por R$ 1.000, 27% da mediana da disputa.
  • 2012, vereador: 28 votos por R$ 1.000, 52% da mediana da disputa.
  • 2008, prefeito: 99 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.