Apuração
Deputado estadual · 2010 · DEM

Joao Pedro

Joao Pedro Campos de Andrade Figueira · nasceu em 1967

Joao Pedro se candidatou em 3 eleições, de 2002 a 2010, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoDEM+0,73← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002DEM2006DEM2010DEM← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo DEM.

Dep. estadualPartidoDEM20022004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 43 anos, superior completo, deputado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    DEM 25001· direita
    suplente18.038 votos; 111º mais votado de 1.514 no estado
  2. 2006
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    DEM 25001· direita
    suplente38.381 votos; 50º mais votado de 1.377 no estado
  3. 2002
    Deputado estadual · Rio de Janeiro
    DEM 25001· direita· na urna, João Pedro
    suplente29.196 votos; 72º mais votado de 1.233 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Joao Pedro teve 18.038 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 111º lugar entre 1.514 candidatos.

Recebeu votos em 77 cidades. Rio de Janeiro deu 79,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,0%.

18.038 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 18.038 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)14.421 votos79,9%
  2. Niterói (RJ)479 votos2,7%
  3. São Gonçalo (RJ)336 votos1,9%
  4. Nova Iguaçu (RJ)290 votos1,6%
  5. Queimados (RJ)236 votos1,3%
  6. Outras 62 cidades902 votos5%
As outras 2 eleições para deputado
38.381 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 38.381 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)32.411 votos84,4%
  2. Nova Iguaçu (RJ)1.648 votos4,3%
  3. São João de Meriti (RJ)738 votos1,9%
  4. Petrópolis (RJ)547 votos1,4%
  5. Niterói (RJ)508 votos1,3%
  6. Outras 66 cidades1.066 votos2,8%
29.196 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 29.196 votos.
  1. Rio de Janeiro (RJ)25.010 votos85,7%
  2. São João de Meriti (RJ)606 votos2,1%
  3. Niterói (RJ)595 votos2%
  4. Petrópolis (RJ)481 votos1,6%
  5. Duque de Caxias (RJ)302 votos1%
  6. Outras 63 cidades994 votos3,4%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Joao Pedro declarou R$ 97,4 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 120,6 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 97,4 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 39.378 na declaração)

Mais da metade (54%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2010.

Cada quadrado é 1% de R$ 97,4 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Joao Pedro declarou ao TSE R$ 2,5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2002, para deputado estadual: R$ 1,1 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · DEM · suplente

De onde veio

R$ 425,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 57% identificado como fundo partidário; 7 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 425,7 mil.
  1. Fundo partidárioTudo de Diretório NacionalR$ 244,3 mil57,4%
  2. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 113,2 mil26,6%
  3. EmpresasTudo de Sociedade Brasileira Organizacao E Participacao LtdaR$ 48,9 mil11,5%
  4. Outros candidatosR$ 14,3 mil3,4%
  5. OutrosR$ 4.9841,2%

Para onde foi

R$ 425,7 mil
O maior gasto foi com pessoal: 53% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 425,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal106 pessoas, não nomeadasR$ 224,5 mil52,7%
  2. Serviços18 pessoas, não nomeadasR$ 52,8 mil12,4%
  3. EventosR$ 2390,1%
  4. EscritórioR$ 144< 0,1%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2010

Mediana da disputa: R$ 43,2 por voto. Quem venceu, Clarissa Garotinho, gastou R$ 14,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 107; o mais barato, R$ 14,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 42 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 39 votos por R$ 1.000, 34% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 26 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.