Apuração
Vereador · 2008 · MDB

Quico

Francisco Modesto Gelain · nasceu em 1968

Quico disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Paim Filho (RS)), pelo MDB: suplente.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,07← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoMDB2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.

Declarou ao TSE em 2008: 40 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Paim Filho (RS)
    MDB 15620· centro
    suplente60 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Quico declarou R$ 89 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 89 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 33.000 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2008.

  • QuicoR$ 89 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 107,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 207,2 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 89 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Quico declarou ao TSE R$ 16 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Paim Filho (RS) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 16,4 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,4 mil.
  1. OutrosR$ 13,9 mil84,5%
  2. Próprio bolsoR$ 2.54415,5%

Para onde foi

R$ 16,4 mil
O maior gasto foi com escritório: 79% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 16,4 mil.
  1. EscritórioR$ 12,9 mil78,7%
  2. TransporteR$ 1.82111,1%
  3. OutrosR$ 1.0176,2%
  4. ServiçosR$ 4022,4%
  5. Material impressoR$ 2541,5%

Quanto custou cada voto: vereador, Paim Filho (RS), 2008

Quico: R$ 274 por voto (mediana da disputa, R$ 37,7). Quem venceu, Vande, gastou R$ 20,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 274; o mais barato, R$ 20,3.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Quico. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela
  • Quico MDBR$ 16 mil · 60 votosR$ 274
  • Roberto Piana PTR$ 9,3 mil · 180 votosR$ 51,8
  • Pertile PTR$ 7,5 mil · 168 votosR$ 44,6
  • Abilio PDTR$ 4,1 mil · 97 votosR$ 42,8
  • Cida PTR$ 8 mil · 192 votosR$ 41,8
  • Celsão PTR$ 8 mil · 213 votosR$ 37,7
  • Luiz De Paula PTR$ 7,4 mil · 208 votosR$ 35,3
  • Jonca PTR$ 9 mil · 256 votosR$ 35,1
  • David PTR$ 6,4 mil · 191 votosR$ 33,4
  • Oneide MDBR$ 5,5 mil · 204 votosR$ 26,8
  • Vande PTR$ 7,6 mil · 374 votosR$ 20,3

Votos por real

  • 2008, vereador: 3,7 votos por R$ 1.000, 12% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.