De Paula
Luiz Teles de Paula · nasceu em 1971
De Paula se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008, 2016 e 2024.
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 53 anos, até o fundamental, agricultor, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, De Paula declarou R$ 125,6 mil em bens, em reais de hoje: 1,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 58,2 mil acima da inflação.
Declarou 1,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2024.
- De PaulaR$ 125,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 69,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 195,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Lote urbano e casaR$ 77,3 milTerreno
- UnoR$ 16,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CeltaR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CresolR$ 9.158Conta corrente no país
- GolR$ 8.838Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CresolR$ 2.698Quotas ou quinhões de capital
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, De Paula declarou ao TSE R$ 35 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Paim Filho (RS) · PT · eleito
De onde veio
- PartidoTudo de Partido Dos Trabalhadores - Paim Filho - Rs - MunicipalR$ 1.77370%
- Próprio bolsoR$ 54721,6%
- Fundo eleitoralTudo de Partido Dos Trabalhadores - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 2128,4%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Paim Filho (RS), 2024
De Paula: R$ 11,9 por voto (mediana da disputa, R$ 17,2). Quem venceu, Junior Vicenzi, gastou R$ 7,99 por voto. O voto mais caro custou R$ 84,5; o mais barato, R$ 7,99.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: De Paula. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Kiro PPR$ 3,2 mil · 38 votosR$ 84,5
- Taci Maciel MDBR$ 3,2 mil · 45 votosR$ 71,4
- Oeliton Moraes PTR$ 2,5 mil · 84 votosR$ 30,1
- Carine Baldin PTR$ 2,5 mil · 103 votosR$ 24,6
- Daiane Pansera Basso MDBR$ 2,7 mil · 139 votosR$ 19,2
- Elaine Garbin Zanchet PTR$ 2,6 mil · 139 votosR$ 18,9
- Dani Gás MDBR$ 4,3 mil · 248 votosR$ 17,2
- Alex Confortin PTR$ 3,4 mil · 251 votosR$ 13,7
- Elvis Menin MDBR$ 3,6 mil · 272 votosR$ 13,4
- De Paula PTR$ 2,5 mil · 212 votosR$ 11,9
- Nice PTR$ 2,5 mil · 278 votosR$ 9,11
- Junior Vicenzi PTR$ 2,7 mil · 343 votosR$ 7,99
Votos por real
- 2024, vereador: 84 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 59% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, 88% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.