Apuração
Vereador · 2008 · PC do B

Professor Railton

Railton Aparecido Ramos de Brito · nasceu em 1972

Professor Railton disputou uma eleição, em 2008, para vereador (Mazagão (AP)), pelo PC do B: eleito.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPC do B−0,57← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadorPartidoPC do B2008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, ensino médio, professor de ensino fundamental. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Mazagão (AP)
    PC do B 65123· esquerda
    eleito469 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Professor Railton declarou R$ 293,9 mil em bens, em reais de hoje: 27 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Amapá.

R$ 293,9 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 109.000 na declaração)

Declarou 27 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Amapá em 2008.

  • Professor RailtonR$ 293,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 40,4 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 293,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2008, Professor Railton declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, em reais de hoje.

2008 · Vereador · Mazagão (AP) · PC do B · eleito

De onde veio

R$ 11,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 11,7 mil.
  1. PartidoTudo de Eleição 2008 Comite Financeiro Municipal Para Vereador Ap PcdobR$ 5.79149,5%
  2. Outros candidatosTudo de Railton Aparecido Ramos De BritoR$ 5.22144,6%
  3. EmpresasTudo de Santos E Serique Ltda-EppR$ 6965,9%

Para onde foi

R$ 11,7 mil
O maior gasto foi com outros: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Mazagão (AP), 2008

Professor Railton: R$ 25 por voto (mediana da disputa, R$ 18,4). Quem venceu, Ozeas Tavares, gastou R$ 9,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 147; o mais barato, R$ 9,92.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Railton. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Sargento Dares PPR$ 16 mil · 112 votosR$ 147
  • Calango PSDBR$ 11 mil · 389 votosR$ 27,1
  • Claudio Gaúcho DEMR$ 5 mil · 191 votosR$ 26,3
  • Professor Railton PC do BR$ 12 mil · 469 votosR$ 25
  • Helder PTR$ 7,6 mil · 319 votosR$ 23,9
  • Prof. Leni PSLR$ 4,4 mil · 220 votosR$ 20
  • Lucirene PPR$ 6,5 mil · 353 votosR$ 18,4
  • Batista PPR$ 5,9 mil · 342 votosR$ 17,2
  • Ruizinho PDTR$ 7,8 mil · 493 votosR$ 15,9
  • Luiz Antônio PPR$ 4,7 mil · 396 votosR$ 11,8
  • Elson Barreto CIDADANIAR$ 6 mil · 512 votosR$ 11,7
  • Ozeas Tavares PSCR$ 5 mil · 507 votosR$ 9,92

Votos por real

  • 2008, vereador: 40 votos por R$ 1.000, 82% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.