Apuração
Vereador · 2012 · PT

Helder

Helder Dayan Tavares de Souza · nasceu em 1986

Helder se candidatou em 2 eleições, de 2008 a 2012, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008PT2012PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PT.

VereadorPartidoPT200820102012
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 26 anos, superior completo, administrador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereador · Mazagão (AP)
    PT 13123· centro-esquerda
    suplente281 votos
  2. 2008
    Vereador · Mazagão (AP)
    PT 13123· centro-esquerda
    eleito319 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Helder declarou ao TSE R$ 24 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 24 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2012 · Vereador · Mazagão (AP) · PT · suplente

De onde veio

R$ 650
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 650
O maior gasto foi com material impresso: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: vereador, Mazagão (AP), 2012

Mediana da disputa: R$ 76,7 por voto. Quem venceu, Miguel Galo, gastou R$ 39,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.969; o mais barato, R$ 39,8.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Angelo MDBR$ 18 mil · 9 votosR$ 1.969
  • Chiquinho MDBR$ 20 mil · 99 votosR$ 201
  • Marleia Góes MDBR$ 20 mil · 123 votosR$ 163
  • Miraelson Coutinho PSDBR$ 27 mil · 213 votosR$ 127
  • Dr Fabricio MDBR$ 49 mil · 398 votosR$ 123
  • Prof. Leni PSCR$ 37 mil · 326 votosR$ 115
  • Dico Silveira DEMR$ 24 mil · 313 votosR$ 76,7
  • Eliseu Nunes MDBR$ 21 mil · 330 votosR$ 64,2
  • Professor Benoca PSDR$ 21 mil · 362 votosR$ 57,3
  • Benedito Vieira REPUBLICANOSR$ 21 mil · 361 votosR$ 57,3
  • Ronaldo PVR$ 14 mil · 267 votosR$ 51,5
  • Miguel Galo MDBR$ 27 mil · 669 votosR$ 39,8

Votos por real

  • 2012, vereador: 281 votos por R$ 1.000, 11 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 42 votos por R$ 1.000, 85% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.