Apuração
Deputado federal · 2006 · PL

Professor Gabriel

Joaquim Vaz Gabriel · nasceu em 1932

Professor Gabriel se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2006, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPL+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PGT (2002), PL (2006).

Dep. federalDep. estadualPartidoPGTPL200220042006
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado federal, 2006, candidatura não chegou à urna.

Declarou ao TSE em 2006: 74 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado federal · São Paulo
    PL 2272· direita
    candidatura não chegou à urna
  2. 2002
    Deputado estadual · São Paulo
    PGT 30151· sem classificação· na urna, Joaquim Vaz Gabriel
    suplente498 votos; 1060º mais votado de 1.424 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Professor Gabriel teve 498 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 1060º lugar entre 1.424 candidatos.

Recebeu votos em 44 cidades. São Paulo deu 38,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 92,0%.

498 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 498 votos.
  1. São Paulo (SP)190 votos38,2%
  2. Taquarituba (SP)163 votos32,7%
  3. Jundiaí (SP)27 votos5,4%
  4. São Vicente (SP)12 votos2,4%
  5. Conchas (SP)11 votos2,2%
  6. Outras 29 cidades40 votos8%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Professor Gabriel declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 4,2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.

R$ 1,3 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 445.957 na declaração)

Declarou 4,2 vezes a mediana dos candidatos a deputado federal em São Paulo em 2006.

  • Professor GabrielR$ 1,3 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 313,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,2 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,3 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 13 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Apto. R. Brigadeiro GalvãoR$ 480,1 mil
    Imóveis
  2. Apto. R. Onze de JunhoR$ 293,2 mil
    Imóveis
  3. Apto. R. Visconde Ouro PretoR$ 178,9 mil
    Dinheiro e aplicações
  4. Chácara jundiaíR$ 149,1 mil
    Imóveis
  5. Previdência privadaR$ 98,4 mil
    Dinheiro e aplicações
  6. Caminhoneta General MotorsR$ 89,8 mil
    Outros
  7. Sala comercialR$ 16,4 mil
    Imóveis
  8. Box de garagemR$ 8.947
    Imóveis
  9. Cotas na Sociedade Administradora de Condomínios São PauloR$ 8.947
    Empresas e participações
  10. Título de capitalização unibancoR$ 2.994
    Dinheiro e aplicações
  11. Título de capitalizaçãoR$ 1.491
    Dinheiro e aplicações
  12. Caderneta de pupançaR$ 1.065
    Dinheiro e aplicações
  13. Caderneta de poupançaR$ 546
    Dinheiro e aplicações

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Gabriel declarou ao TSE R$ 45 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado federal: R$ 26 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 1 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2006 · Deputado federal · São Paulo · PL · candidatura não chegou à urna

De onde veio

R$ 25,9 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 25,9 mil
O maior gasto foi com escritório: 100% do total. Em reais de hoje.

Quanto custou cada voto: deputado federal, São Paulo, 2006

Mediana da disputa: R$ 28,3 por voto. Quem venceu, Arnaldo Jardim, gastou R$ 15,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 133; o mais barato, R$ 15,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2002, deputado estadual: 27 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.