Professor Altamir
Altamir Galvão Waltrich · nasceu em 1970
Professor Altamir se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em todas.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016 e 2020.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 50 anos, superior completo, professor de ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Professor Altamir declarou R$ 295,3 mil em bens, em reais de hoje: 5,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 100,6 mil, já descontada a inflação.
Declarou 5,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- Professor AltamirR$ 295,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 4 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Apartamento localizado no edfício ametistaR$ 208,8 milApartamento
- Automóvel VW spacefox ano/modelo 2010R$ 40,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Box de garagem número 20 no edifício ametistaR$ 37,3 milOutros bens imóveis
- Caderneta de poupança no banrisulR$ 8.945Caderneta de poupança
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Professor Altamir declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Tapejara (RS) · MDB · eleito
De onde veio
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 8.45661%
- Próprio bolsoR$ 4.52932,7%
- PartidoTudo de Movimento Democratico Brasileiro - Rio Grande Do Sul - Rs - EstadualR$ 8856,4%
Para onde foi
- Rádio, TV e vídeoR$ 7787,2%
- EscritórioR$ 720,7%
- TransporteR$ 570,5%
- RepassesR$ 100,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Tapejara (RS), 2020
Professor Altamir: R$ 27,4 por voto (mediana da disputa, R$ 19,9). Quem venceu, Edu Oliveira, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 417; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Professor Altamir. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Marilei Girardi PLR$ 8,8 mil · 21 votosR$ 417
- Miura CIDADANIAR$ 6,2 mil · 16 votosR$ 390
- Volmir Danelli MDBR$ 7,7 mil · 271 votosR$ 28,5
- Rita PSBR$ 5,6 mil · 203 votosR$ 27,5
- Professor Altamir MDBR$ 11 mil · 397 votosR$ 27,4
- Marcelo Panho MDBR$ 6,9 mil · 304 votosR$ 22,7
- Rafa Menegaz MDBR$ 7,9 mil · 399 votosR$ 19,9
- Celso Piffer CIDADANIAR$ 9,5 mil · 507 votosR$ 18,7
- Hugo Dalposso MDBR$ 6,4 mil · 346 votosR$ 18,5
- Josue Girardi Juruna PPR$ 9,7 mil · 575 votosR$ 16,8
- Maeli Brunetto Cerezoli MDBR$ 8,7 mil · 692 votosR$ 12,6
- Edu Oliveira PSBR$ 7 mil · 573 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2020, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 80% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 71 votos por R$ 1.000, 2,6 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.